(por Sergio Miguez via Cultura UoD)
O ator aceitou o convite e me falou sobre a importância da Flip e sobre o espetáculo que ele apresentará no sábado, na Igreja da matriz, aqui em Paraty.
O GT by Citroën nasceu como um modelo virtual desenvolvido pela Citroën em
parceria com a produtora japonesa Polyphony especialmente para para o jogo
Gran Turismo 5 (GT - daí o nome do carro). Como se trata de um
carro-conceito, a Citroën produziu um protótipo real do modelo futurista
para exibir nos salões do automóvel ao redor do mundo.
No final de junho o carro esteve circulando pelos pontos turísticos de
Londres, cenário de algumas das corridas virtuais do jogo. Poucos dias
depois, o site inglês Autocar divulgou que a Citroën fará uma produção
limitada em 20 unidades com motor V8 de 500cv de potência. Quer ter um na sua garagem? Custará cerca de US$ 1,8 milhão cada. A versão definitiva será apresentada em setembro, durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha.
O jogo Gran Turismo 5, agora devidamente divulgado, está previsto para o
final deste ano. Será exclusivo para PlayStation 3 e terá centenas de carros
reproduzidos do mundo real com a riqueza de detalhes que é marca registrada
da série.
Confiram abaixo o comercial da Jung Von Matt para a empresa de energia RWE que explora o seu grande porte como diferencial competitivo usando como analogia a figura de um gigante.
Para tornar lúdico este assunto um tanto quanto desinteressante, foi preciso um time e tanto. A ficha técnica é quilométrica. A animação é da sueca Fido e a música, composta para o comercial, foi criada pela White Horse Music Team, de Hamburgo.
Atenção, paulistas, corram que ainda dá tempo. Está rolando desde sexta da semana passada o Festival In-Edit, o primeiro festival internacional de documentário musical. É uma iniciativa muito bacana que nasceu em Barcelona 7 anos atrás e acontece pela primeira vez no Brasil. Pra quem mora no Rio de Janeiro o festival acontece de 09 a 12 de julho.
É um baita programa pra quem gosta de ir além do play e não se contenta em sentir a música somente com os ouvidos, quer enxergá-la e entender o que está por trás da sua concepção e expressão.
Assisti 18 dos 44 filmes que estão em cartaz e espero assistir pelo menos mais outros cinco até o término da edição paulista no próximo domingo. É uma grande oportunidade de apoiar uma iniciativa inédita e conhecer mais sobre movimentos musicais e culturais tão diversos como o dub, funk carioca, jazz latino, música clássica russa e japonesa, entre tantas outras.
Todos os docs que considero highlights ainda dá tempo de pegar o repeteco. “From Mambo to Hip Hop”, “Dub Echoes”, “The Wrecking Crew”, “Johnny Cash at Folsom Prison”, “The Godfather of Disco” e “Respect Yourself: The Stax Records Story” são “os imperdíveis”. Muitas referências, curiosidades e conexões que a gente jamais imaginava existir. Esse aí no alto é o trailer do “From Mambo to Hip Hop”. Depois do jump, tem “Wrecking Crew” e “Dub Echoes”, nesta ordem.
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O documentário “Playing For Change: Peace Through Music” é parte do movimento “Playing For Change”, que quer conectar o mundo através da música. Começou em março de 2005, teve o mais recente update em janeiro de 2009 e seu site avisa: “to be continued”. É ambicioso. E muito legal.
O movimento, sustentado por uma fundação, pode ser mais bem compreendido no link acima e algumas pessoas já conhecem. O documentário, premiado, está devidamente explicado em vídeo, neste outro link. E aqui eu preferi pôr só uma música played for change, símbolo de tudo isso e uma paixão pessoal, que já declarei no UoD e que declaro de novo. Quem viu vai gostar de rever. Quem não viu ficará encantado. (Playing for change in Brazil, Cesar Pope – no cavaquinho.)
Lindo.
via @fabioIr
Olha o canal deles no YouTube. Tks, @fepacheco! (Gente, parece que a updater Carolina Ribeiro já postou esse doc aqui, mas é da turma dos posts que foram para o céu. Então, sendo de arrepiar como isso é, adjetivação bem escolhida pelo André ao lado, ‘licença de ressuscitar, ok?)

Erwin nasceu nas Filipinas, mas acabou na califórnia, desenhando ogros verdes e girafas pescoçudas.
Ilustrador de mão cheia, é mais um link pra seção ‘ilustradores’ do seu delicious.



Só que é melhor traduzir para o português para não ficar pernóstico. A menos que seja uma transa transnacional, claro. Clique para ampliar.

via
Dica do @fepacheco!
Tomás Lorente nos deixou. Ainda prefiro a lembrança dele, num dia de sol, camisa cor de rosa bem clarinha, calça jeans, sapatos de bico fico, andar altivo e sorriso sempre simpático. “– E aí, vâmo almoçar, meu?”. Eu o conheci numa situação esquisita, quase uma cilada que prepararam para entrarmos em conflito. Mas, para mim, brigar com Tomás não era uma possibilidade. Eu, que era louco para conhecê-lo? Nunca. Só cabia reverênciá-lo e abrir espaço para o mestre. Marcamos um jantar para acertarmos o jogo. Coisa rápida, pensei. Ainda não sabia que, com Tomás, as coisas só acabam quando o dia amanhece. Ficamos amigos. Um amigo com quem nunca tive uma grande intimidade, porém um carinho enorme. Um cara extremamente carismático. Me impressionava por sua capacidade de movimentar o mundo. Todos queriam – e faziam – tudo para ele. E com enorme prazer. Uma honra. Uma honra de poder trabalhar com o grande mestre. Fico devendo um almoço. Mais um daqueles que márcavamos e desmarcávamos umas seis vezes até conseguirmos, efetivamente, nos encontrar. E, como não podia deixar de ser, hoje no seu velório ouvi umas três pessoas diferentes dizerem: “E hoje eu ia almoçar com ele…”






