Ontem, a Academia de Filmes, responsável pela produção do documentário Titãs - a vida parece uma festa, dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves, fez uma sessão fechada para convidados do filme que ja passou pelo Festival do Rio e pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo este ano, mas que deve entrar em cartaz no circuito comercial apenas no dia 16 de janeiro. Em uma palavra, a produção pode ser definida como nostálgica. Trata-se de um álbum audiovisual de diferentes vídeos gravados pelos Titãs durante a carreira e que são editados junto com diversos registros da TV, marcantes para o grupo. Mas é por isso que o filme vale. Vemos todas as nossas referências dos anso 80 e 90 passarem guiadas pela trajetória da banda. Há momentos hilários como as das participações dos Titãs no programa do Gugu Liberato, em que três integrantes tentam resgatar uma moça da teia de uma aranha mortífera, ou cena do “Qual é a Música” de Silvio Santos quando recebem o troféu imprensa de melhor banda de 87. O filme é nostálgico para o grupo que são mostrados como o que são: um grupo de amigos que montou uma banda que fez bastante sucesso. E é exatamente por isso que o filme vale. Destaque para uma cena de uma das primeiras performances de Nando Reis com Marvin - ele poderia fazer o Visconde de Sabugosa na TV tenho certeza - editada junto com a participação de Jimmy Cliff no acústico MTV do Grupo. Aqui segue a abertura do filme, que foi melhorada, para as salas comerciais.
Esse slogan me lembrou o da campanha da Emirates.
"When was the last time you did something for the first time? Keep discovering". Tem dois exemplos abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=R3QYuSHz6Dk
http://www.youtube.com/watch?v=HS5tbTn7_C4
By the way, as campanhas da Emirates são demais...
Não vou julgar se é plágio, referência ou afins mas que o conceito ficou bem parecido, isso não tem como negar...hahahaha
A alguns post atras o Marcos Teixeira falou das casas perdidas. E apartir do insight, da famosa vista cansada, a BBDO criou um filme com o slogan: quando foi a última vez que você descobriu algo novo?. Confiram abaixo.
Colocar os pés nos bancos dos famosos ônibus vermelhos de Londres épedir para ser recriminado instantaneamente. Mães cobrem os rostos decrianças pequenas numa tentativa vã de evitar o exemplo ruim e senhoresde terno se escondem por trás de exemplares do FT, até que aquelasenhora mais ousada bate com o guarda-chuva de uma famosa estampaxadrez nos tênis do adolescente rebelde sem causa dizendo em alto e bomtom: “Tire os pés do banco”. Um sufoco! Inspirados nesta quase tradiçãocotidiana, Robert Taylor e Caroline Read criaram um tênis à lá All Star Converseusando os tecidos que cobriam os proibidos bancos em décadasanteriores. “A coleção incorpora tecidos usados nos trens, metrôs eônibus de Londres”. Ah, a sola do tênis é feita com a borrachareciclada dos pneus e uma árvore será plantada para cada par que forvendido. Green London, baby! Gostou? Então corra! Os Above+Below London™serão produzidos em edição limitada (não existe tanto tecido antigo disponível por aí). Mas se prepara para desembolsar pelo menos £80.Vale?
Este post logo abaixo é o 999º da Paula Rizzo. Mais um e ela passa a ser uma Updater de 4 dígitos, completando sua milésima participação aqui no UoD (portanto sem contar os posts no Coruja, no seu site pessoal e na sua coluna no Blue Bus).
O número em sí é apenas um simbolismo, uma boa oportunidade de agradecê-la por tantas idéias compartilhadas desde seu primeiro post em abril de 2006. São 67 páginas como esta, só dela.
Obrigado Paula. Já nos acostumamos com seu sagrado post pingado religiosamente alí pelas 10 da manhã. Que venham outros tantos, porque sei que a fonte não seca.
Acho a idéia/campanha excelente e as reclamações pertinentes. Porém, não é pq as pessoas são isoladas que elas são necessariamente pobres ou miseráveis, concordam? E em outro comentário que li no #9 o cara falou uma coisa pra pensar. A função da comunicação não é fazer trabalho social e sim vender, neste caso, hamburguer. Não sei, mas tenho a impresão que a bronca é maior por ser uma coisa americana do que pelo que estão fazendo. Se fosse uma rede de restaurantes da Argentina, geral ia estar pagando pau.
Felipe Pacheco disse às 7:56 am
Tenho que concordar com o Filipe aí em cima.
A idéia é demais!
O fato deles irem pra lugares exóticos, estereotipando os moradores, é pq é muito mais atrativo a quem assiste do que ver "caipiras" do interior americano.
felipebriso disse às 12:35 pm
pelo menos nos dois teasers eu não vi miséria...
seria um erro tosco em uma campanha genial.
miseráveis somos nós que vivemos a "experiência do junkie food americano" na pele.
Na pele que cobre a banha...
A nova campanha de Burger King para o seu sanduíche carro-chefe, o Whopper, mal saiu e já está dando o que falar. A proposta desta vez é levar o sanduíche a lugares onde as pessoas nunca tenham tido a oportunidade de experimentar e fazer o teste comparativo de sabor com o seu maior rival: o Big Mac.
Para isso uma equipe, acompanhada de perto pelo diretor Stacy Peralta, partiu em uma viagem ao redor do mundo para documentar a experiência. O resultado será mostrado ao público no próximo sábado, dia 6, através do site do projeto. A equipe passou por lugares longíquos e de difícil acesso como comunidades rurais do leste europeu. Utilizou helicóptero, trenó e muitos aviões para se deslocar.
Alguns teasers foram lançados e geraram uma reação bastante negativa pois exibe pessoas em condições precárias sendo expostas ao desafio do junkie-food americano, despertando uma reação feroz da opinião pública, incluindo muitos blogueiros. Afinal, existem tantas pequenas cidades nos Estados Unidos, não precisava ir tão longe… fica um quê de espetacularização da miséria com rastros de imperalismo americano que, não só não tem graça, como não desce pra muita gente. Confiram abaixo um dos teasers:
Update: respondendo aos comentários, o BK “blindou-se” direitinho ao dizer que procurou fazer a campanha em lugares onde não houvesse sequer uma palavra para designar hambúrger de modo a tornar mais crível o experimento. O ponto tá aí. Não é a miséria em si (estar na zona rural de um lugar distante que não conhece hambúrger não necessariamente significa miséria) mas o fato de usar seres humanos como “experimento”, este conceito de “zoológico” é que gera a sensação de desconforto. Mas esta é a campanha. Vamos esperar para ver.
Quem tem criança pequena sabe o que acontece quando manuseiam, por exemplo, um iPhone. Sem qualquer hesitação, partem para o tentativa e erro e se a interface ajudar (com menos tentativas e erros) a mágica acontece.
Jay Cross (junto com o Rubem Alves) segue como um dos meus gurus preferidos. Aliás, guru não porque - gracas a Deus - já ultrapassou as ilusões da vaidade, pretensão zero de ser um net-star, ou um qualquer-coisa-star. É simplesmente um bom e sábio velhinho que me faz ter vontade de seguir curioso e na ponta dos dedos, sempre disposto a aprender alguma coisa. Jay Cross é a personificação do espírito do UoD (para mim, claro). Um craque do aprendizado informal, aquele que a gente já nasce usando. No video abaixo, um pouco sobre isso (o video tem 24 minutos).
Olha que maravilhoso que ficou o trabalho do Violenn Simon para um projeto escolar na “ENSAAMA School of Visual Communication”, de Paris. Eles ilustrou a música People Are Strange do The Doors, uma das minhas preferidas. Foram duas semanas de pura dedicação, mas valeu a pena. Ele diz que “há muitas coisas para corrigir ainda, mas eu acho que lindo do jeito que tá”. E você?
apesar de ter postado o vídeo, eu sou applemaníaca e completamente sucetível a qq produto novo. #prontofalei
Alan disse às 2:54 pm
Comédia demais! Guimarin, eu não concordo com você em relação aos produtos. Sou do "partido" da Apple mas não um Applemaníaco... Já tive todos os tipos de computadores e notebooks que você possa imaginar (E olha que só tenho 20 anos...) Agora que uso Apple não troco por outra coisa...aliás, nunca vi o Windows estável (Sem ressentimentos)...hahahahaha
Duda Pan disse às 3:21 pm
Gostei do vídeo pra cacete e descordo que os produtos da Apple sjam ruins, pelo contrário, pelo menos para as minhas necessidades eles sao perfeitos.
LeoRazera disse às 3:34 pm
Quem ja teve ou tem um Mac raramente volta pro Windows. Não acho que eles manipulem, tanto que vc pode instalar o windows no seu Mac se vc quiser, eles apenas fazem coisas legais e criativas que desperta o desejo de consumo e sabem fazer uma boa comunicação. E a sátira foi genial. Think Diferent.
João Bosco disse às 4:13 pm
Gente... a galera revoltou, hein??? nem parecem que conhecem os simpsons! tsc tsc tsc
Sylvio disse às 4:56 pm
Pô, o YouTube tá parece os governos africanos.
Miranda disse às 5:37 pm
Será que foi o Bogusky?
Miranda disse às 6:56 pm
Postei um vídeo de 6:45 do episódio.
Gotardo disse às 4:19 am
Acho que o Guimarin fez uma ironia... Teve gente que acho que ele falava sério. Sobre a manipulação... Pode ser, mas nesse quesito a Microsoft e seu monopólio (agora ameaçado pelo Google, quem sabe) parecem muito mais eficazes nisso, pelo menos nisso eles são bons.
Marcelo Pereira da Silva disse às 5:17 am
Muito legal a paródia. Mexe bem com aquele pensamento dos Applemaníacos: se o Windows trava, é um sistema ruim; se o Mac trava, é o usuário que não é digno de usar tamanha maravilha.
guimarin disse às 11:20 am
trabalho com MAc e e com Windows (Vista ainda por cima), então óbviamente estava sendo ironico!
existem vários exageiros em relação à Apple, mas é incontestável a qualidade e a inovação dos produtos. BTW, existe Zune ainda?
Leonardo Dias disse às 1:58 pm
:-( Foi tirado do ar. Álguem sabe se tem em algum outro lugar?
Olá pessoal! Esse link do siga o UOD no Twitter esta quebrado ou eu tomei muita fanta uva??
http://www.updateordie.com/ads/www/delivery/ck.php?maxparams=2__bannerid=267__zoneid=37__cb=e962a3d455__maxdest=http://twitter.com/Updaters_
Grande abraço!!
Visito voces todos os dias aqui do extremo oeste brasileiro!!
Fabio
Conferência do GP08. O tema da terceira edição é Conversações. Planners, profissionais de marketing e estudantes dialogando com quem faz acontecer.
A idéia era fazer vários posts durante o dia, resumindo cada uma das palestras, mas os organizadores criaram um livestream e você pode acompanhar tudo através da colaboração dos presentes que estão postando na web.
Somos todos garotos de ideias. Mas vendemos a cabeça e não o corpo.
Wagner Brenner disse às 6:58 am
Entrando no site da moça dá pra ver que ela entende de mkt. Tem palestra, livro, coleção de lingerie. Praticamente uma unilever de vida fácil.
Felipe Pacheco disse às 7:48 am
Ai se a moda pega...
Claudinei Pinheiro disse às 7:55 am
Então gente, vamos comprar hein! rs
Carol Nicolai disse às 10:24 am
O que que é isso? rs...
Adriana Salles Gomes disse às 11:37 am
É, Carol, e tá avisado que se for uma mulher a fazer a melhor divulgação, ela leva o "prêmio"; a autora não tem preconceitos...:)
André Chapetta disse às 11:44 am
Não li o livro ainda. Mas o prêmio não é lá essas coisas não...
Carla Purcino disse às 11:56 am
ela apenas, digamos, levou o termo "seduzir clientes" ao pé da letra...e não podemos culpá-la por aproveitar a onda de garotasdeprogramafazendosucessoliterário.....no país das mulheres-fruta, que mais podemos esperar, minha gente?
Zé coxinha disse às 12:40 pm
Ainda bem que esse tipo de promoção não veio do Paulo Coelho...
Thi disse às 2:07 pm
Se o premio é trash...o livro tb deve ser.
Antes o premio fosse as minas do mack.... ai valia... rarara !
renata disse às 2:28 pm
Credo! Quem ia querer uma noite com o Paulo Coelho??? ECA!!!!
Marcelo Pereira da Silva disse às 4:59 am
Simplesmente genial.
Ok, ela não é lá um mulherão espetacular, mas considerando que tinha gente que pagava pra pegar a Bruna Surfistinha, acho que a promoção vai bombar.
Só fiquei decepcionado com os comentários, nenhuma graça do tipo "puta jogada de marketing" ou "promoção de fuder".
Tem livro novo de gestão de negócios na praça: “Seduzir Clientes” –e eu nem tinha visto ainda!! Os autores são Vanessa de Oliveira e Reinaldo Bim Toigo. Ele é apresentado como um homem de marketing. E ela como uma (ex?) garota de programa. Minha interrogação tem a ver com a permuta deles, noticiada pela Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo de hoje: o leitor que fizer a maior loucura para divulgar o livro vai ganhar uma noite com a moça. Bom, ninguém pode dizer que os autores são teóricos do marketing; eles implementam. A editora, Matrix, sugere aos leitores ser fotografados com o livro junto do presidente Lula. Alguém aí vai fazer uma resenha da obra? (Nem vou comentar sobre o posicionamento que esse “novo marketing” pode dar ao marketing no imaginário geral…)
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