O jornal “Times of India” deu hoje (e o site Terra reproduziu aqui) a notícia de um casal do Camboja que se separou e resolveu cortar a casa (de madeira, pelo que se vê na foto) ao meio. O marido (digo, ex) chamou um reboque e levou a sua parte para o outro lado da aldeia em que os dois vivem, Cheach. Segundo depoimento dos vizinhos, esta foi a maneira encontrada pelo ex-casal para nem precisar mais conviver nem arcar com os custos de compra de novo imóvel e de advogados, aparentemente proibitivos lá. O site Terra mostra que já há um precedente disso: um alemão da cidade de Sonneberg, no leste do país, fez a mesma coisa em março de 2007 (dividiu a casa com serra!).
Conclusão: nem as separações (ou suas divisões de bens) escapam do updating. E, no Brasil, essa moda pode pegar nas regiões onde tem muita casa de madeira…Update or die!
Via HSM UoD
Pôsteres, calendários, camisetas e canecas com frases desmotivadoras. Vídeos com histórias desmotivadoras. Essa é a proposta da Despair, Inc., site que detona idéias caras ao mundo da gestão de empresas, como metas, trabalho em equipe, (combate à) procrastinação, prioridades, sucesso, qualidade, planejamento, motivação, visão etc. Seu slogan é: “Demotivators – increasing success by lowering expectations” (Desmotivadores – aumentando o sucesso por meio da redução das expectativas). Não sei se é um approach muito brasileiro, mas que tem inteligência, tem. E inteligência alimenta inteligência, a gente sabe. E inteligência é sempre algo útil aos negócios e à vida. Então, vale a pena dar uma olhada. (Podia ter um site desses em português!) Para terminar, aqui você pode propôr um desmotivador de lavra própria. A dica foi da Lizandra Almeida, gracías!

(tks Cris Martins)
Você se lembra dessa [img]? Estava nesse post. Pois recebi hoje a foto acima, na mesma linha. Não são só os espanhóis que estão gerando sua mídia para reclamar; nós também estamos!
Este blog tem falado de muita coisa bonita nos últimos dias. Basta os leitores passearem pelas últimas três páginas de posts para confirmar isso: as ilustrações da Carol Rivello, as fotos do Mark Liddell e do David LaChapelle para a campanha pró-voto dos Estados Unidos, a @chair do Brodie Neill, a Bullet do Triptyque e por aí vai. Tanto que me deu vontade de escrever, neste fim de sexta-feira, sobre uma beleza que me impressionou muito faz uns dez dias: a cidade de São Paulo. Sem brincadeira. São Paulo no filme “Ensaio sobre a Cegueira”, do Fernando Meirelles.
A cidade está linda, acachapantemente linda. Muito mais do que em qualquer anúncio (que eu lembre) que a tenha “maquiado” no capricho. E não creio que a responsabilidade seja só da fotografia quase PB de parte do filme. Sei lá, fiquei pensando sobre se nós estamos cegos (pelo estresse, falta de tempo etc.) e não conseguimos enxergar isso, numa espécie de metalinguagem. Fiquei achando que talvez precisemos reaprender a olhar a cidade. À noite eu sempre acho São Paulo linda, por exemplo, mas de dia vou garimpando cantinhos bonitos aqui e ali por já partir do princípio de que o conjunto é feio. Mas, e se a São Paulo do filme for a de verdade mesmo e essa minha, feiosa, a ficcional (uma ficção construída coletivamente por nós)? Ou será que fui abduzida pelas lentes do filme? Minha pergunta: quem viu o filme do Meirelles teve essa mesma sensação? (Pelo amor de Deus, esse post não é para gerar nenhuma polêmica, tá?)

Por Daniel D’Amelio, via HSM UoD
Um serviço bem interessante, chamado Album Cover Maps, da Word Magazine’s World, divulga onde foram fotografadas as capas de mais de 500 discos musicais. O serviço utilizado, obviamente, é o Google Maps.
Por exemplo, confira o local do “Abbey Road” dos Beatles, foto tirada na avenida com o mesmo nome em Londres. Sem dúvida, é a mais polêmica da história do Rock and Roll.
Além dela, você pode conferir capas como: How Great Thou Art, do Elvis Presley (Massachusetts); Animals, do Pink Floyd (San Diego - EUA); The Lyceum, The Strand, London Live, do Bob Marley (Londres - ING); entre outros.
Confira a lista completa. Clique aqui.
Vale a pena!
A turma dos posts do iPhone viu esta matéria no site Vírgula sobre as 10 razões para amar o iPhone e as 10 para odiá-lo? As razões para amar copiei depois do break, porque vocês devem estar carecas de saber. As razões para odiar eu achei mais curiosas; são da Claudia Assef, editora executiva do Virgula, que escreve: “Comprei o iPhone no final do ano passado, então dá pra dizer que já tenho uma certa estrada com ele e deu pra ver os muitos problemas do aparelho. Vamos ao meu top 10 de motivos por que não comprar um”. Ei-los:
- A câmera do iPhone é uma piada. Não tem flash, não tem zoom e, se o local a ser fotografado não estiver super iluminado, sai tudo bem borrado. Primeira decepção de uma extensa lista.
- Até você pegar o “jeito” anatômico do telefone, sua bochecha “derrubará” várias ligações. Cansei de desligar na cara de amigos sem querer e depois ligar com vergonha, me sentindo uma jeca tatu.
- Você tira aquela foto linda numa viagem e quer mandar pra sua mãe, via torpedo. Esqueça, amigo, o iPhone não te permite usar esse tipo de “tecnologia avançada” que é o MMS.
- Se você não tiver uma capinha bem resistente pro seu brinquedo, é melhor não deixar cair nem molhar. O iPhone é mais sensível que uma canceriana de TPM.
- Você, como eu, deve adorar as firulas de que o Flash, na internet, é capaz. Um milhão de sites legais utilizam esse recurso, só que com o iPhone você não enxerga nenhum desses sites. A versão Safari presente nele não suporta Flash. Buá.
- Esse é um típico aparelho feito para o primeiro mundo. Quebrou? Nem pense em abrir, levar à Santa Ifigênia… Manda pra uma autorizada Apple e reza. Se você trouxe sem nota, então, senta e chora, porque a autorizada não vai se responsabilizar por possíveis defeitos, é claro.
- O iPhone é altamente visado, um objeto desejado tanto pela galera da obra ali da esquina quanto por rodinhas de modernos. Então dá aquele medão de tirar da bolsa pra mudar a música no iTunes no meio da rua. Conclusão: você até esquece que comprou o telefone justamente porque ele é um iPod também.
- Fazer videozinho com o telefone é a coisa mais batida que tem, né? Menos se você é dono de um iPhone (não sei se o modelo novo traz vídeo, mas o meu não).
- Como a maioria dos celulares, o som da caixinha é sofrível. O fato de ser também um iPod não exerceu nenhuma influência positiva para melhorar esta condição.
- Quer se sentir com mãos pesadas como as do Dino da Silva Sauro? É só digitar mensagens longas no teclado “apertadinho” do iPhone. Faz a mais delicada das meninas sentir que tem mãos de Shrek.
Estou só reproduzindo por curiosidade, em nome do outro lado, sem juízo de valor nem tomada de partido, porque sou usuária de Mac mas não de iPhone, ok? (Não fui atrás do iPhone pelo motivo nº 7 da lista acima…) Continue reading ‘10 razões para odiar o iPhone?’
Semana passada foi inaugurada em São Paulo, no Parque do Ibirapuera, a exposição Einstein, que vem do Museu de História Natural de Nova York. Estou louca para ir. Além do aspecto histórico, com imagens e documentos, há muita interatividade para explicar os conceitos do físico. Existe, por exemplo, uma instalação chamada “máquina do tempo”, em que você põe a data do seu nascimento e observa em vários relógios (nesta foto?) como sua idade variaria se você viajasse em diferentes frações da velocidade da luz. Outra instalação, do Guto Lacaz, faz você atravessar uma sala de feixes de luz sem tocá-los, para mostrar como o tempo flui conforme a velocidade e o referencial do observador. O organizador da exposição no Brasil, o físico Marcelo Knobel, da Unicamp, diz que a exposição abre a cabeça das pessoas, porque na escola todos nós paramos na física de Isaac Newton; não vemos nada de física quântica ou de relatividade, a menos que façamos faculdade de física. Só os painéis explicativos e interativos sobre os conceitos relacionados a buracos negros, efeito fotoelétrico, reflexões sobre a luz e o tempo, gravidade, curvatura do espaço-tempo e a Teoria da Relatividade já devem ser demais. Bom, a exposição vai até 14 de dezembro e é notícia de jornal, mas quis registrar aqui. A iniciativa é do Instituto Sangari, que também cuidou da exposição do Genoma e da do Darwin, e que parece estar pondo São Paulo no mapa mundial das exposições científicas. Eles estão de parabéns!
Olha só, estão falando de nós aqui: “O blogueiro mal pode esperar pela atualização do seu espaço, pelo afago em sua audiência, e pela retribuição ansiada, nos comentários, de um singelo e curto “parabéns!” É a cobertura do site Jornalirismo sobre a pesquisa “Estado da Blogosfera 2008” divulgada pela Technorati, que o UoD já tinha dado no dia 22 de setembro aqui, mas sem detalhar esse aspecto, digamos, mais “emocional”. Aparentemente, segundo a pesquisa, o segredo dos blogs é esse: blogar faz muito bem ao coração, ainda que não necessariamente ao bolso. E as métricas de sucesso de um blogueiro (sim, elas existem!) reveladas na pesquisa também são interessantes:
- 75% dos 1,2 mil blogueiros entrevistados em 66 países estão felizes, satisfeitos consigo mesmo por blogar. Essa felicidade é a sua métrica.
- Outra métrica de sucesso, para 58% dos entrevistados, são os comentários em cada post.
- Uma terceira métrica é o número de visitantes únicos do blog, isso na opinião de 53% da amostra.
Além disso, 67% dos blogueiros contaram que fizeram novos amigos por meio dos blogs. Está bom demais, né?! De qualquer modo, vale a pena ler sobre isso no Jornalirismo, site que eu não conhecia. Como disse o Neto, que fez o post sobre o estudo, ele é muito longo, precisaria de uma versão resumida. É o que o Jornalirismo oferece (fazendo suas escolhas editoriais, naturalmente).
Eu que comecei meu dia tão felizinha com os efeitos do Fuerzabruta de ontem e com meu ingresso da Madonna, e passei o dia felizinha lendo no UoD sobre a nova árvore genealógica, a ridícula (e legal!)loja das vacas e a neve em Marte, termino o dia meio abatida. Por causa da falta de acordo no Congresso dos Estados Unidos para o pacote salva-vidas, por causa das bolsas seguindo ladeira mais abaixo, por causa da Sadia (uma das blue chips que eu achava intocáveis) perdendo um monte nos derivativos e, talvez principalmente, por esta entrevista do Carlos Lessa (esse senhor da foto, ex-diretor do BNDES).
Ele tem um viés de esquerda (portanto, antiamericano), e torço para que isso o esteja induzindo a erro, mas o que ele diz faz sentido: que os Estados Unidos, com toda a capacidade de persuasão que seu poderio militar lhe dá, não vão querer trocar o dólar por outro lastro, como seria aconselhável, e vão fazer o mundo inteiro pagar a conta da festa dos últimos anos. Do tipo “não tem escapatória”. A gente (o Brasil) tentando sair dessa lama de séculos e agora isso… que “broxada”…Desculpem pela seriedade do post. (Classifiquei de meio ambiente, porque é isso: nosso meio ambiente atual.)
Pedindo licença para a updater Renata Bokel pelo uso da marca (só esta vez!), queria celebrar o fato de eu ter finalmente conseguido ingresso pro show da Madonna em dezembro. Comprei nos 44 do segundo tempo, na última leva de ingressos extras postos à venda, e não sem algum estresse, mas está valendo. Acho que o post serve um pouco de pagamento de promessa…rsrsrs…[Nunca fui a um show dessa mulher!] Um comentário sobre o videoclipe, que é CGM: pode ser um pouco tosco, como o updater Felipe Gini gosta (rsrs), mas tem seus momentos. E há uma controvérsia: o Martin Luther citado como herói seria o Lutero, não o Martin Luther King. Tudo bem, né?!