Esse vídeo é uma convocação de YouTube às “festas de gripe suína”, “hype” um tanto assustador que acontece principalmente no Reino Unido, em que pessoas vêm se reunindo em torno de gripados para contrair a doença propositalmente e, assim, desenvolver imunidade enquanto o vírus ainda não é muito forte. Vacina na prática.
Os médicos admitem que a ação faz sentido individualmente, mas alertam: do ponto de vista coletivo, as festas pioram o problema, porque tendem a espalhar mais rápido os vírus H1N1 e deixá-los fora de controle. Isso aceleraria as prováveis mutações, turbinando a pandemia e aumentando a letalidade mundo afora.
Hiperindividualismo é seu nome? Ou um case de sabedoria das multidões? Polêmico, para dizer o mínimo.
UPDATE: Por alguma razão que desconheço, o vídeo está indisponível aqui, mas quem clica no link consegue vê-lo no YouTube. A apresentadora informa ser uma biocientista, Katharine Robinson, e tem um canal lá, o Science4utube. Depois do jump, copiei o currículo dela. More »« Less
Or Michael Jackson sings Fred Astaire. Tanto faz. Ficou bom demais esse vídeo de fã.

Não é mais homenagem póstuma.
via
Post de Leonardo Andrade

O GT by Citroën nasceu como um modelo virtual desenvolvido pela Citroën em
parceria com a produtora japonesa Polyphony especialmente para para o jogo
Gran Turismo 5 (GT - daí o nome do carro). Como se trata de um
carro-conceito, a Citroën produziu um protótipo real do modelo futurista
para exibir nos salões do automóvel ao redor do mundo.
No final de junho o carro esteve circulando pelos pontos turísticos de
Londres, cenário de algumas das corridas virtuais do jogo. Poucos dias
depois, o site inglês Autocar divulgou que a Citroën fará uma produção
limitada em 20 unidades com motor V8 de 500cv de potência. Quer ter um na sua garagem? Custará cerca de US$ 1,8 milhão cada. A versão definitiva será apresentada em setembro, durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha.
O jogo Gran Turismo 5, agora devidamente divulgado, está previsto para o
final deste ano. Será exclusivo para PlayStation 3 e terá centenas de carros
reproduzidos do mundo real com a riqueza de detalhes que é marca registrada
da série.
Post de Diego Dumont

Atenção, paulistas, corram que ainda dá tempo. Está rolando desde sexta da semana passada o Festival In-Edit, o primeiro festival internacional de documentário musical. É uma iniciativa muito bacana que nasceu em Barcelona 7 anos atrás e acontece pela primeira vez no Brasil. Pra quem mora no Rio de Janeiro o festival acontece de 09 a 12 de julho.
É um baita programa pra quem gosta de ir além do play e não se contenta em sentir a música somente com os ouvidos, quer enxergá-la e entender o que está por trás da sua concepção e expressão.
Assisti 18 dos 44 filmes que estão em cartaz e espero assistir pelo menos mais outros cinco até o término da edição paulista no próximo domingo. É uma grande oportunidade de apoiar uma iniciativa inédita e conhecer mais sobre movimentos musicais e culturais tão diversos como o dub, funk carioca, jazz latino, música clássica russa e japonesa, entre tantas outras.
Todos os docs que considero highlights ainda dá tempo de pegar o repeteco. “From Mambo to Hip Hop”, “Dub Echoes”, “The Wrecking Crew”, “Johnny Cash at Folsom Prison”, “The Godfather of Disco” e “Respect Yourself: The Stax Records Story” são “os imperdíveis”. Muitas referências, curiosidades e conexões que a gente jamais imaginava existir. Esse aí no alto é o trailer do “From Mambo to Hip Hop”. Depois do jump, tem “Wrecking Crew” e “Dub Echoes”, nesta ordem.
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http://www.vimeo.com/2539741
O documentário “Playing For Change: Peace Through Music” é parte do movimento “Playing For Change”, que quer conectar o mundo através da música. Começou em março de 2005, teve o mais recente update em janeiro de 2009 e seu site avisa: “to be continued”. É ambicioso. E muito legal.
O movimento, sustentado por uma fundação, pode ser mais bem compreendido no link acima e algumas pessoas já conhecem. O documentário, premiado, está devidamente explicado em vídeo, neste outro link. E aqui eu preferi pôr só uma música played for change, símbolo de tudo isso e uma paixão pessoal, que já declarei no UoD e que declaro de novo. Quem viu vai gostar de rever. Quem não viu ficará encantado. (Playing for change in Brazil, Cesar Pope – no cavaquinho.)
Lindo.
via @fabioIr
Olha o canal deles no YouTube. Tks, @fepacheco! (Gente, parece que a updater Carolina Ribeiro já postou esse doc aqui, mas é da turma dos posts que foram para o céu. Então, sendo de arrepiar como isso é, adjetivação bem escolhida pelo André ao lado, ‘licença de ressuscitar, ok?)
Só que é melhor traduzir para o português para não ficar pernóstico. A menos que seja uma transa transnacional, claro. Clique para ampliar.

via
Dica do @fepacheco!
Post de Helena Mattar, via Gourmet UoD
Não, a Pepsi não lançou essa latinha ! Esta é apenas uma sugestão de um dos leitores do thedieline.com para homenagear o grande rei do pop. Uma boa ideia, não acham?

(Não lançou AINDA.)
Houve várias homenagens sinceras e belas para a arte (não a vida) de Michael Jackson aqui. Desde o incrível “Miles plays Michael” até a anti-homenagem do “Salão de Espelhos”, que, ao compreender esse Michael misto de “Peter Pan e Dorian Gray falidos” e ao enxergar a armadilha de auto-simulação em que ele se prendeu, talvez o tenha homenageado mais ainda que os outros posts. Mas eu também queria postar um vídeo, enquanto ainda dá tempo, em uma homenagem, digamos, mais brasileira (se bem que já foi providenciada uma ‘abrasileirada’ na anti-homenagem, com os versos do Gil sobre o MJ). O “tributador” neste meu caso anda um tanto controverso, mas o tributo eu acho lindo.
“Nega Maluca” e “Eleanor Rigby” incidentais… demais…
Deve ter sido feito para viralizar, não sei, e eu posso estar contribuindo sem querer para que aconteça (trata-se de uma série de desafios Philips, não é isso?). Mas eu postei mesmo porque achei simpático. E porque adoro som de galo cantando!
Tks, @vivics
Não posso deixar junho acabar sem falar sobre o assunto. São muitos os jornalistas inconformados com o fim da obrigatoriedade do diploma universitário para exercício da profissão. Mas eles deviam parar para pensar: nem o fato de ter sido o Gilmar Mendes a liderar essa decisão conseguiu pôr a sociedade a favor do diploma obrigatório – e olha que o Gilmar é bom nisso. Por quê? Nem o fato de os donos dos meios de comunicação terem apoiado em bloco a decisão do STF deixou a população de pé atrás com a medida. Por quê?
Do outro lado, acho que os que saíram pulando de felicidade por aí também deviam parar para pensar, porque a questão não é tão simples assim. A conversa toda em torno da derrubada da obrigatoriedade pelo STF parece ter saído de um Circus Theory Generator, aquele programinha de internet que em breve será criado para institucionalizar a brilhante Teoria do Circo do updater Andre Felipe:
Jornalismo -> Curiosidade
Curiosidade -> Todo mundo tem
Todo mundo tem -> Todo mundo consegue fazer
Todo mundo consegue fazer -> Não precisa estudar
Não precisa estudar -> CIRCO
Brinquei e simplifiquei, lógico, mas a questão de fundo é essa mesmo. Existe um conhecimento específico de jornalismo a ser aprendido? Ou não? Porque, se não existe, ou se for algo meramente técnico que se aprende “on the job”, acabou toda e qualquer discussão: que venham as melhores pessoas com o melhor conhecimento de cada área e a qualidade da informação só vai melhorar. Mas vai mesmo?
Há algo específico na profissão, sim, mas não é conhecimento. More »« Less
Domingão pode ser meio morto às vezes mas este aqui foi cheio de emoções.
Primeiro, houve a final da Copa das Confederações, da qual não se esperava muito, e esquentou tanto que até deu para gritar na torcida pela seleção brasileira. O juiz foi personagem (jogo em que juiz é personagem sempre é mais legal!), houve jogadas bonitas dos dois lados, Luís Fabiano foi Luís Fabuloso com dois balançando a rede (de novo), Kaká fez um lindo gol não validado (daí que foi 4×2 na real, não 3×2), Lúcio cabeceou o dele e foi vitória de virada como a gente gosta.
Depois, #chupa galgou o primeiro lugar dos Trending Topics do Twitter. Para quem (ainda) não está familiarizado com o microblog, explico: há um ranking em tempo real dos assuntos mais falados. Brotou um nacionalismo genuíno com a vitória do Brasil e todo mundo começou a digitar “chupa USA”. Finíssimo, eu sei, mas está valendo. (Começou como respostaFoi resposta também para o ator Ashton Kutcher, vulgo @aplusk, que estava torcendo para a seleção americana e twittando/provocando a respeito durante o jogo – como explica este link). E foi como se o Twitter verdeamarelasse de repente. Não só #chupa, mas também #Brazil e #ConfederationCup subiram no pódio. Deve ter MUITO brasileiro no Twitter, fiquei boba. (Como o Matheus acrescenta nos comentários, foi flash mob de Twitter. Boa, Matheus!)
Domingo glorioso, enfim.
Engraçada também é a explicação de chupa na wikipedia, confiram aqui (via @jorgepontual). Mas eles já estão entendendo que é “suck it”. Como escreveu o @neto, entrou no Urban Dictionary.
Coisa de YouTube. Mas é engraçadinho.
via @dellanegra