
Nick Hornby disse que queria 3 coisas quando começou a escrever: 1. Ser publicado, 2. Que a profissão de escritor fosse capaz de pagar suas contas (e de sua família) e 3. Que o seu trabalho ou seu nome servisse de inspiração para um produto de banho (!). Pois bem, a Lush acaba de concretizar mais esse sonho do escritor inglês. Sonic Death Monkey é o nome da banda de um dos personagens do livro Alta Fidelidade e agora é também o nome de um gel de banho da Lush! Tá tudo lá no blog do Nick Hornby. E tome cuidado: por mais bizarro que seja o seu sonho, ele corre o risco de virar realidade!
Arquivo do autor James Scavone
Um projeto chamado White Glove Tracking isolou a famosa luva branca do Michael Jackson e interferiu nela. De todas as versões, esta da luva gigante foi a que achei mais bacana. Ficou parecendo a luva branca de outro ícone americano: o Mickey Mouse.
Algumas profissões precisam de um equipamento muito importante: um belo de um sorriso. Aeromoças, atendentes da Blockbuster, recepcionistas e políticos em época de campanha precisam estar sempre rindo. Este capacete é idéia do designer Tim Simpson e promete ajudar tais profissionais a cumprir o “job description”. Um sensor capta movimentos a uma distância de 2 metros e faz com que puxe dois fios de nylon no canto da boca e transforme qualquer expressão mais séria em uma convidativa gargalhada.
Todo programa de comédia inglês tenta ser o próximo Monty Python (assim como todo jogador de futebol no mundo quer ser o próximo Pelé). Fawlty Towers tinha o ex-python John Cleese e fez um tremendo sucesso, depois vieram Fry and Laurie, The Fast Show e, mais recentemente, Little Britain. Este sketch do video é da série Big Train, que fez certo sucesso no final dos anos 90. O truque final é genial. Vai ter gente do financeiro imitando.
Idéia interessante direto de Taiwan. Enquanto a gente discute ampliação do metrô e a restrição aos caminhões em São Paulo, já tem gente pensando muito mais longe. E se o trem nem precisasse parar na estação? Vagões móveis são acoplados na parte superior dos trens e os passageiros que estão saindo ou entrando se acomodam nestes adendos. Algo me diz que os trens taiwaneses vão superar os suíços na pontualidade.
O sueco Erik Nordenankar diz ter criado o maior desenho do mundo. O mundo é o papel e o GPS é o lápis, diz o video postado no YouTube. O que fez foi o seguinte: desenhou um auto-retrato (ah, o narcisismo!) sobre um mapa, daí traçou as coordenadas do desenho e entregou na mão da DHL juntamente com uma mala contendo um aparelho de GPS e uma bateria de longa duração. Depois de 55 dias, recebeu em casa a mala que tinha viajado o mundo desenhando o seu rosto. Passou até por Natal, no Rio Grande do Norte. Mais um para a série “É inútil, mas é legal”.

O McDonald’s, a vacina de pólio, o pernalonga, o plutônio, o estado do Alasca e do Havaí, o Kodachrome, o cookie de chocolate, a caneta esferográfica, Ronald Reagan, o rádio FM e o super-homem e até o petróleo são mais novos que John McCain, o candidato republicano. A lista politicamente incorreta mas cronologicamente correta está aqui.

Sempre achei engraçada essa história de medir as coisas em campos de futebol. Volta e meia a gente ouve o William Bonner no Jornal Nacional dizendo que não sei quantos campos de futebol foram queimados em Roraima.
Desta vez, quem usou a medida foi a Nasa. O diagrama mostra o caminho dos tripulantes da Apolo 11, Buzz Aldrin e Neil Armstrong, em solo lunar. Tudo dentro de um campo de futebol - basicamente de um lado só, como treino defesa contra ataque. Neil, além de ser o primeiro homem na Lua, também foi o que teve a chance andar mais longe.
Clica aqui para ver a imagem ampliada e ver o caminho de cada astronauta, o lugar onde a bandeira americana foi fincada, as crateras em volta da nave e etc.
A gente não é médico e quando erra não mata ninguém, mas o design tem lá os seus perigos. São dois exemplos. O primeiro é o novo logotipo do escritório de comércio britânico. Lindo, gráfico, clean – e bem engraçado de acordo com qualquer um que já tenha usado uma carinha ou emoticon em seus textos.
O segundo é uma maravilha do universo editorial. Gente na frente do título da revista já é coisa comum. Splashes e destaques servem pra chamar mais atenção e vender mais. Eis que, nesse caso, a revista Parent vira… Bom, o primeiro é verdade e custou a bagatela de 14.000 libras ao governo inglês. O outro é brincadeira de um designer, do panopticist– e está circulando como se fosse verdade.

Sou um redator viciado em tipografia. Mesmo os meus arquivos de word são bem ajeitados. Então, adorei esta idéia de montar um Type Camp. Já rolou uma edição em 2007 e agora são mais 4 em 2008. São acampamentos como o Paiol Grande ou Rancho Ranieri com adultos falando de tipografia (coisa de nerd, reconheço). Os encontros deste ano vão acontecer no Canadá e na Índia, com pacotes a partir de $1.280 sem a parte aérea (não sei bem em que moeda). É tipo assim uma Casa do Saber tunada. Tem até um brasileiro na equipe docente: Gustavo Soares da JungleDrums de Londres - não conheço o cara, mas é surpreendente que não importa em que canto do mundo é o evento, tem sempre um brasileiro metido no meio… ô, raça, como diria o Tutty Vasques!

Começou na Alemanha e já chegou em San Diego, Londres e Montreal. Em breve, por estas bandas, tenho certeza. É o Karaokê de PowerPoint. A brincadeira é simples: alguém escolhe uma apresentação aleatória de slides de PowerPoint e sobe no palco com um microfone e uma caneta laser, quando o projetor é ligado precisa começar a improvisar, a “cantar” os slides que vão surgindo e vender seja lá o que for. Tem um aqui para você brincar de improvisar com os colegas de trabalho no final do dia! E aqui a matéria completa do Boston Globe.
Ira Glass foi mencionado no Flow, que rolou na Casa do Saber há umas semanas. É um cara que realmente sabe como contar uma boa história. Desde que descobri sobre Glass (antes do Flow, mas não muito tempo atrás) comecei a fuçar o YouTube em busca de mais coisas. Hoje, achei este videozinho em que ele conta uma história que aconteceu na sua escola. As ilustrações são de um cartunista americano chamado Chris Ware. Em tempos de câmeras onipresentes, de papparazi, de jornalistas viajando com soldados na guerra do Iraque, faz todo sentido. Mas, mais que pensar muito sobre a moral da história, me deu uma certa inveja da maneira como a trama é contada. Eu aqui montando uma apresentação quadrada no infame PowerPoint e esta historinha fluindo tão fácil, tão bem…
Segunda Guerra Mundial; Pearl Harbor; bomba atômica em Hiroshima ou Nagasaki; Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética com a corrida armamentista; invasão do Kwait e retaliação de George Bush I; Torres Gêmeas sendo atingidas pelos Boeings e depois caindo; invasão do Iraque. Está tudo lá. Uma breve história dos conflitos armados do mundo desde a invasão da Polônia pelos alemães. E os hamburgueres americanos são os mocinhos.
Gatos não falam, mas Jon Arbuckle não cansa de conversar com o seu felino. Sabe aquela cena em que Bruce Willis finalmente se dá conta de que ele é um fantasma no filme Sexto Sentido, de M. Night Shyamalan? A sensação é quase a mesma quando tiramos Garfield de seus quadrinhos. O coitado do Jon é um solitário esquizofrênico vivendo sua estranha vida no subúrbio americano. Vou logo avisando, se você é um daqueles que conversam com plantas ou bichos, as imagens podem chocar.

Caiu na balada ontem e não consegue manter os olhos abertos? Vai ser uma longa tarde de sexta-feira na frente do computador? Seus problemas acabaram. Só não vale roncar. Via bit and pieces.



