Hoje, ouvi pela primeira vez, no programa Jazz Masters, na rádio Eldorado FM, essa cantora…acho que estava muito atrasada porque a moça já é um sucesso mundo afora…pra quem não conhece como eu ou pra quem já é fã, segue ela cantando em português….reparem na pronúncia…dizem que ela mora com um amigo brasileiro.
Arquivo do autor Regiane Bochichi
Estreou, na Fox, a primeira temporada do seriado “Lipstick Jungle”, inspirado no livro do mesmo nome de Candace Bushnell e que tem no elenco Lindsay Price, Kim Raver e Brooke Shields. Bem, neste caso a cidade continua a mesma: Nova York, mas as personagens vivem - no termo da moda - na superclasse. Uma é executiva de um estúdio de cinema, outra editora de revista e a terceira, designer de moda. Os dramas diferem um pouco do quarteto de “Sex and City”. Claro, o sexo continua sendo uma preocupação, porém a discussão maior é sobre o poder feminino. Ele existe ou não? Dá uma conferida, às segundas-feiras, 22 horas. Detalhe horroroso: é dublado.
A loja de eletrônicos Best Buy vai instalar vending machines nos aeroportos dos Estados Unidos. A idéia é vender celulares, acessórios para computadores e até câmeras digitais. A notícia rendeu um bem-humorado post no blog da revista Wired sobre as mais estranhas ofertas do mercado: vai de guarda-chuvas a ovos, passando por uma que vende marijuana na Califórnia.
O cineasta David Lynch está no Brasil para lançar seu livro ” Em Águas Profundas” que fala sobre meditação transcendental e como usa essa técnica há mais de 30 anos no seu processo de criação. Para ele, meditar ajuda a mergulhar para dentro de si mesmo e aproveitar-se de uma criatividade infinita. Durante sua palestra esta tarde na Livraria Cultura, Lynch também contou sobre sua relação com a publicidade e product placemet. Afirmou sem o menor constrangimento que faz por dinheiro, mas que toda vez aprende “alguma coisa nova sobre a eficiência de dizer algo em novas mídias”. Sobre merchadising, foi taxativo ao dizer que isso “putrifica os filmes” e como isso tem acontecido mais e mais, perguntou: “Que tipo de mundo é esse?”
Neste vídeo, ele lê trechos do livro nos EUA. Tem mais Lynch no YouTube.
Nesta edição de domingo, o jornal “Estado de S. Paulo” traz essa discussão e entrevista blogueiros escritores e escritores blogueiros. É mais uma daqueles dúvidas cruéis dos papéis das novas mídias que eu, pessoalmente, vivi , lá mesmo na redação do Estado, em 1995 quando lançamos a primeira versão on-line do jornal. Doze anos depois, o próprio Estado tem ótimos portais, blogs e sabe aproveitar bem a internet, por exemplo, no projeto LINK e o seus leitores da versão impressa continuam com o hábito de abrir suas páginas reais diariamente. Bem, na questão da literatura, só quero deixar registrado que a geração 00 redescobriu a escrita e até renovou a velha Língua Portuguesa. Ou seja, os blogs são uma plataforma mais que bem-vindas para a troca de informações, para testar estilos e lançar polêmicas como esta. Quem tem acesso, dá uma lida no excelente texto de Fabrício Carpinejar que completa a matéria acima.
De acordo com estudo da DMA (Direct Marketing Association), os clientes de celulares na faixa de 15 anos ou mais prefere receber mensagens publicitárias em forma de texto. O formato de 160 palavras atrai 70% dos entrevistados, ficando em muito na dianteira de quem gosta participar de pesquisas via celular. Uma outra pesquisa feita em fevereiro pela ExactTarget aponta que apenas 1% dos internautas fazem o opt-in para receber mensagens de produtos no celular, contra 75% via e-mail. Este tipo de mídia ainda é muito incipiente mesmo nos Estados Unidos. Com a chegada do iPhone e da tecnologia 3G, o cenário tem tudo para sofrer mudanças e se tornar uma opção mais efetiva para as campanhas de marketing vindouras.
Na onda das comemorações do 100 de imigraçao Brasil-Japão, desembarcou por aqui mais uma vez Kazufumi Miyazawa. O músico é um apaixonado pelo nosso país e já esteve aqui muitas vezes. A banda que o acompanha “Ganga Zumba” tem dois brasileiros: Fernando Moura nos teclados e Marcos Suzano, na percussão. No show do Sesc Pompéia, hoje, a participação de Pedro Luís, Roberta Sá e Fernanda Takai.
A dica para o final de semana é sem dúvida assistir “Batman - O cavaleiro das trevas“. Quem está em São Paulo, pode aproveitar e experimentar o novo serviço da Visa, chamado PassFirst. Funciona assim: você compra seu ingresso na internet, paga com cartão de crédito e não precisa imprimir. Basta ao chegar no Cinemark do Iguatemi, onde esta opção está disponível, apresentar o cartão direto na entrada do cinema e lá, eles imprimem o comprovante e o número de sua poltrona. Prático, moderno e ecologicamente correto.
Falando em Google, a Ubiq Window lançou um software que faz às vezes de um 3D…ainda é 2D, mas usando com o Google Earth dá a sensação de ver a imagem saindo da tela e poder interagir com as mãos.
Hoje em dia, ter opções para a entrada de USB é uma necessidade. Os computadores tem no máximo duas e o MacBook Air só uma. Uma saída é essa cadeia de USB com 4 entradas para que se possa conectar HD externos, iPods, câmeras digitais, tudo de uma vez, de uma maneira colorida e prática. Dá pra comprar on-line usando o serviço da AcessUSA ou trazer na sua próxima viagem aos Estados Unidos.
Se você quer mudar de operadora, está preso por contratos e a troca vai lhe custar uma multa, esse problema pode ser resolvido com os serviços do cellswapper.com. O site americano funciona como um intermediário entre quem quer se livrar de uma linha e outra pessoa que assume seu contrato, fica com aparelho antigo e todo mundo sai ganhando.
O tão esperado “Sex and the City” estreou ontem nos cinemas americanos com toda pompa e circunstância. Fez no primeiro dia de exibição 26, 9 milhões de dólares contra 12 milhões de Indiana Jones. Eu assisti a sessão do meio-dia em um cinema de East Village completamente lotado…de mulheres. O filme é de qualidade ímpar: roteiro impecável, dialógos inteligentes, cenários deslumbrantes - alías, Nova York é sem dúvida a quinta protoganista do filme, um trilha sonora convincente e uma super história de amor. Quer mais? O filme começa dizendo que Nova York é uma cidade de dois L: Label e Love e ambos estão super presentes. Ah! Aquela cena que Carrie diz que nåo sabem usar Iphone é uma das mais importantes da drama. Mas se o telefone não a atrai, isso não quer dizer que nada contra a Apple. É em um Mac Pro que ela escreve suas aventuras e de suas 3 amigas pela cidade.
Os táxis em Nova York têm um computador a bordo que visa facilitar a vida do passageiro e claro, ser uma forma de mídia. Durante o trajeto, é possível acompanhar pelo mapa onde se está, quanto vai pagar e mais: previsão do tempo, últimas notícias, lançamentos de cinema - onde e que horas está passando o blockbuster da vez - consultar ainda um guia de restaurantes ou ver o resultado do jogo do seu time. Tudo bem rapidinho e, depois, com o mesmo aparato é usado para passar o cartão de crédito e pagar a corrida. A rede pode ser conectada via satélite ou do sinal do celular. A cidade está praticamente coberta com WI-FI e por fim, com a chegada da tecnologia da TV Digital, o sinal será o mesmo da TV - ao vivo e a cores.
A Folha de S. Paulo publicou uma matéria sobre o possível apagão que atingirá os telespectadores com a entrada da TV Digital nos Estados Unidos, em 17 de fevereiro de 2009. Os números são díspares: 23 mil para um estudo - ou seja quase nada ou 5,9 milhões de pessoas para outro, o que pode ser um big issue inicial. Agora, como usuária da tecnologia aqui em Nova York, da Time Warner Cable TV, posso dizer que é um serviço e tanto. A diversidade de canais é tamanha que fazer zapping vira uma chatice - não acaba nunca. Então realmente é necessário saber o que se quer ver e onde consultando os guias on-line e nos jornais e revistas. As TVs estão usando a banda da alta definição para transmitir em qualidade standard e com multicanais. Isso quer dizer que no lugar de transmitir um jogo em HD, a ESPN tem 5 canais passando diferentes jogos ao mesmo tempo. E exemplos como esses não faltam: a HBO tem todo o seu cardápio transmitindo em canais com inglês e outros em espanhol. Há ainda canais ainda com programação em chinês, japonês, alemão, italiano…fora as opções pay-per-view. Tem de tudo e para todos os gostos. Fazendo os ajustes técnicos necessários, o telespectador só tem a ganhar. Aqui e aí.
Demorou, mas finalmente conheci a loja da Apple, na 5Th Avenida, em Nova York e posso contar que é tudo que haviam dito e muito mais: um templo para os modernos, o vaticano dos updaters, um palco sagrado para os nerds. A tal brand experience funciona como um reloginho. Tem mais de 50 vendedores/assistentes que sabem tudo do mundo Apple e te ajudam em qualquer detalhe e pasmem, em qualquer língua. Tem gente falando chinês, espanhol, português. O Genius Bar fica aberto 24 horas por dia e resolve qualquer encrenca com sua máquina. Só tem um porém: não há Iphone disponível pra venda e nem previsão de quando vai chegar. Completamente sold out. Reconheço que tem um pouco de deslumbre, mas também de curiosidade…segue um 360 graus da loja….

