Em NY tem mais ou menos 40.000 pessoas vivendo nas ruas e, como aqui ou em qualquer cidade grande, ninguém liga. Infelizmente, a gente se acostuma e os sem-tetos acabam virando parte da (triste) paisagem… Enfim, a Pathways to Housing começou um projeto de vídeo itinerante, para chamar a atenção das pessoas para a situação e incentivar a doação de recursos para que se faça alguma coisa em favor dos caras. Sempre começa com uma projeção simulando uma das dificuldades que o morador de rua tem em seu dia a dia (por exemplo, dormir na calçada, com frio). Enviando um SMS, a situação muda (uma porta se abre). Ao final, pede-se o envio de um SMS para fazer uma doação.
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De que adianta construir todo um hotel através de um projeto completamente verde, se, na hora de divulgar isso, as ações não seguirem o mesmo conceito? Pensando nisso, o Hotêl de Glace, em Quebec, fez até intervenção urbana teaser, sempre do modo mais environmentally friendly possível: espalharam bonecos de neve pelas ruas, com o logo do hotel nas barrigas. Se é pra ser verde, seja verde até o fim. Criatividade existe pra isso, né não?
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Tenta sair dirigindo seu carro no meio do inverno do hemisfério de cima, tenta. Tem uma rua em Worcester, na Inglaterra, que seus moradores usam tanto o seguro, mas tanto, por conta de acidentes dirigindo na rua cheia de gelo, que uma seguradora resolveu embrulhar tudo por ali com plástico-bolha. A tal da Somerville Road acordou toda protegida… e estupefata. Buzz pra todo lado e o país inteiro acabou acessando o site que trazia dicas e recomendações para evitar acidentes (e, com isso, acionar menos o seguro e economizar dinheiro de todo mundo). Gostei.
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A Nokia percebeu que, na Inglaterra, quando se falava em navegação, nunca se pensava na marca. E foi aí que resolveram fazer a maior placa de sinalização do mundo. Ter o maior tamanho é bacana, mas é a interação aqui que deixa a ação tão interessante: as pessoas podiam enviar o local que queriam encontrar por SMS e a placona, em questão de segundos, virava e apontava a direção, colocando a distância a partir daquele ponto e o nome de quem enviou a mensagem. Ela ficou rodando, rodando e avisando por duas semanas e tudo isso podia ser acompanhado pelo twitter e pelo site da Nokia - para que as pessoas pudessem conhecer novos lugares, marcar no mapa onde quisessem ir, enfim… você já entendeu. Tem um filminho mostrando, é muito legal:
http://www.vimeo.com/8758205
Via (a foto peguei daqui)
Isso é que é marketing sensorial, fala sério: sabe projeção na fumaça? Então. O McDonalds de Porto Rico utilizou a própria fumaça do grill para fazer sua divulgação dos novos Angus Burgers. Você passa por ali, sente aquele aroma de churrasco… nham nham… dá uma olhadinha e… pá: a projeção tá lá te chamando pra ir comer o novo Angus Burger. Covardia com a fome…
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Todo mundo conhece post-it, mas o principal uso é mesmo em escritórios. Como fazer para atingir os universitários? Essa intervenção foi feita na principal universidade do Peru: o lembrete “devolver o livro de inglês” foi esculpido em gelo e ficou lá, como fica na nossa cabeça a lista de coisas a fazer: perdendo a força e caindo no esquecimento. Pra isso serve post-it. Muito inteligente.
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Tudo de bom. Vending Machine seguindo conceito da marca e entregando, além da Coca, pequenos momentos de felicidade contagiante. Muito bacana. Da série “eu queria ter pensado nisso”:
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Lendo o post do Lorenzo logo aqui embaixo, me lembrei desses comerciais de uma produtora de som italiana que achei muito bacanas. O que o som pode fazer com a nossa imaginação. Tem mais um depois do sonoro jump:
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A Harbin é uma das marcas mais populares de cerveja na China. Diante do frio de 34 graus negativos (pelamor!) que fez em dezembro, enquanto a gente estava assando por aqui, eles resolveram criar uma escultura de gelo para promover o produto. Quer dizer, de gelo, não, de cerveja congelada.
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Adoro idéias estúpidas como essa: o tal do Brett Martin, jornalista da GQ, resolveu que queria experimentar refeições típicas de restaurantes de vários países diferentes do mundo, como o bollito misto do Ristorante Diana de Bolonha e o macarrão da Malásia… e para isso resolveu também que ia usar o serviço de “overnight shipping” da Federal Express para fazê-las chegar em sua casa, no Brooklin, NY. Matéria inútil e interessante. A íntegra você lê aqui ou logo depois do jump gastronômico (em inglês).
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Pra combinar com o clima de recomeço desse dia 31 de dezembro, veja como a Domino’s se utilizou das redes sociais para dar início a uma virada total, com direito a reinvenção da receita de suas pizzas (vídeo sem legendas):
Tem mais no site Pizza Turnaround.
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No dia seguinte ao Natal, a paisagem se repete todos os anos: caixas vazias por todos os lados, coitado dos lixeiros. Tem gente, como eu, que se diverte olhando o que as pessoas ganharam - aqui em Moema (SP), bicicletas são as campeãs, ano após ano. Em Amsterdan, uma caixa imensa, simulando que alguém ganhou um Mini, foi colocada junto às outras em alguns pontos da cidade. Ação simplinha de tudo, mas o máximo. Depois do jump natalino, fotos. Ho ho ho or die!
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