(por Ruy Neto, via Blog da Cultura)
Ontem, a Academia de Filmes, responsável pela produção do documentário Titãs - a vida parece uma festa, dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves, fez uma sessão fechada para convidados do filme que ja passou pelo Festival do Rio e pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo este ano, mas que deve entrar em cartaz no circuito comercial apenas no dia 16 de janeiro. Em uma palavra, a produção pode ser definida como nostálgica. Trata-se de um álbum audiovisual de diferentes vídeos gravados pelos Titãs durante a carreira e que são editados junto com diversos registros da TV, marcantes para o grupo. Mas é por isso que o filme vale. Vemos todas as nossas referências dos anso 80 e 90 passarem guiadas pela trajetória da banda. Há momentos hilários como as das participações dos Titãs no programa do Gugu Liberato, em que três integrantes tentam resgatar uma moça da teia de uma aranha mortífera, ou cena do “Qual é a Música” de Silvio Santos quando recebem o troféu imprensa de melhor banda de 87. O filme é nostálgico para o grupo que são mostrados como o que são: um grupo de amigos que montou uma banda que fez bastante sucesso. E é exatamente por isso que o filme vale. Destaque para uma cena de uma das primeiras performances de Nando Reis com Marvin - ele poderia fazer o Visconde de Sabugosa na TV tenho certeza - editada junto com a participação de Jimmy Cliff no acústico MTV do Grupo. Aqui segue a abertura do filme, que foi melhorada, para as salas comerciais.

Foto Edson Kumasaka / (por camila Azenha, via 
(por Luiz Lins, via 