Este ano, marca resolveu colocar o seu verão só na web. Pôs online, hoje, um guia de verão colaborativo, que traz dicas incomuns aos guias tradicionais sobre as praias do País. Pontuando as principais do litoral, eles percorreram cinco Estados: Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco. ES e BA entrarão na fase dois.
Na interface interativa do Guia do Verão Redondo, o usuário confere os tais Pontos Redondos das praias em questão. Pelo teclado e pelo mouse, o que rola é navegar com uma escuna por entre o conteúdo, tendo acesso a vídeos, fotos e textos sobre cada lugar. Além do conteúdo que foi produzido para compor esse guia, também dá pra registrar um próprio “ponto redondo”, podendo subir foto e texto.
Destaque para o visual da parada e a preocupação com os detalhes na hora de ilustrar e montar todo o layout, veja:

O projeto do Huffington Post parece bem legal: é o público que faz e manda vídeos que documentem o “street talent” da cidade. Mas a sensação que eu tenho é que tudo em Nova York já é mapeado e documentado, e devidamente amplificado pela internet. Basta googlar e se acha qualquer coisa sobre a cidade da maçã. Fico com um pouco de inveja; não podíamos fazer o mesmo em São Paulo?
“Embeddei” o vídeo modelo feito pelo blog:
Se alguém se animar com a Paulicéia (pensaram como seria legal?), e se quiser começar o registro por artistas de rua desvairados, o updater Felipe Pacheco já captou algumas imagens para um vídeo dele.
via

A capa da Vogue Italia de dezembro se apresenta como uma “ode” ao Twitter. As fotos das modelos se inspiraram, segundo a revista, nos snapshots despretensiosos do Twitpic – as próprias (Gisele Bündchen entre elas) teriam se fotografado. Não sei se é bem isso, mas é interessante ver todo mundo querendo subir no caminhão.
via e via

Foi lançado na semana que passou o http://blog.planalto.gov.br/, ou Blog do Planalto, como vocês bem sabem. Mas de cara foi definido como um não-blog, uma vez que não permite comentários, que são da essência de um blog. Logo em seguida, criaram o Blog do Planalto do B, um clone, como vocês provavelmente também sabem – iniciativa de uma moça chamada Daniela Silva: http://planalto.blog.br/ Com conteúdo e visual idênticos, esse permite participação popular.
Até aí, sem novidades – ambos os acontecimentos saíram nas news. Nosso updating insight aqui pretende ser sobre o papel da licença CreativeCommons na história. Ocorre que o Blog do Planalto do B está 100% dentro da lei pelo fato de o blog oficial adotar CreativeCommons, o que blinda o Blog do B contra intervenções e repressões. Assim, CreativeCommons nos redimiu politicamente, como cidadãos. S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Quem me chamou a atenção para isso foi o grande pensador da TI brasileira, Silvio Meira.
Não é mera coincidência o hiperlink deste post ser apenas para o clone. Se quiser, você pode não ir nunca ao Blog do Planalto do A e frequentar apenas o Blog do B, que tem tudo do Blog do A e mais o espaço para comentários. Garanto que vai se concentrar lá a maior parte da navegação do pessoal do governo. O que começou possivelmente como uma brincadeira inteligente talvez se torne um case de virada democrática S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L, vale repetir a ênfase; na minha opinião, candidato a acontecimento-do-ano das mídias sociais brasileiras.
por
Ematoma em 10 de Agosto de 2009 às 12:07 am
Para manter minha tradição de postar vídeos divertidos e assustadores sobre o fantástico mundo da propaganda, segue abaixo o discurso de Craig Ferguson para o Late Late Show da CBS. Como ele é escocês, coloquei o transcript logo depois do jump. Achei um ótimo material de referência para se discutir, principalmente, por que as pessoas deixam de ser target depois dos 50.
via Fabio Resende
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Você já deve estar sabendo, claro, que vai rolar no dia 8 de agosto, o Encontro de Blogueiros Publicitários (EPB), na FAAP em SP. Presenças ilustres como Neto (Bullet), Marcelo Tas (CQC), Danilo Cid (Ana Couto Branding & Design), Gabriel Jacob (Adivertido!), Marcelo Magalhães (Ogilvy), além dessa updater que vos escreve, estarão discutindo as últimas tendências do mercado de comunicação e internet.
Se você ainda não se inscreveu, melhor correr por que as inscrições estão acabando.
Para saber mais, acesse o site do evento, ou siga o @ebp2009 no Twitter.
Post de Helena Mattar, de Paris, via Gourmet UoD
Com muita criatividade, o blog Fancy Fast Food cria pratos a partir de refeições compradas em restaurantes fast food. São verdadeiras desconstruções das refeições que se transformam em pratos com incrível apelo visual sem a adição de nenhum outro ingrediente. É como o próprio site diz: continua sendo ruim para a sua saúde, mas olha como pode ficar bonito. É ver pra crer!
Antes:

Depois:


Chuck Lamb, 50 anos, casado, pai de seis filhos.
Sonho: ser ator.
Só que ele mesmo afirma que a feiúra e a falta de talento sempre o impediram de chegar à ribalta hollywoodiana.
Mas Lamb é persistente.
E acabou descobrindo uma habilidade singular: fingir-se de morto.
Ninguém em Hollywood finge-se de morto melhor que ele: nem o Bela Lugosi.
A partir daí adotou o nome artístico “Dead Body Guy” e colocou no ar um site com várias poses de defunto.
A intenção é que diretores de seriados o chamem para uma ponta, nem que seja atirado no chão, com um buraco de bala nos cornos.
Veja o site de Lamb e confira se ele merece uma chance.
Pra quem não viu, veja aqui. Ou digite seu nome no Google e veja quantos sites de fãs já pipocaram.
Aham.
No instante em que publico este post seu video já teve 44.968.676 acessos. No meu caso, acesso de tédio. Então por que diabos escrevo sobre essa inglesa que canta musicais da Broadway - que eu detesto - e que já virou matéria de 2 páginas da Veja? Susan Boyle has just boiled her 15 minutes of fame. Mas o sujeito aqui ainda quer falar sobre isso.
A culpa é do Twitter. Pelo menos essa é a versão oficial (não descarto uma jogada de marketing da ITV, canal do reality show). Ashton Kutcher (quem? ah, o ator que tem 1 milhão e meio de seguidores no Twitter) comentou sobre ela. Bombou. E a receita de sucesso continua a mesma, desde os contos de fadas: pegue alguém injustiçado pela vida e lhe dê um tapinha na cabeça (neste caso eu daria um croc). Melhor, faça com que a vida dessa pessoa mude completamente. Eis os roteiristas de Hollywood e sua leitura de cabeceira: contos de fadas (não tem como errar, funcionam há séculos e não mudam nunca). Sim, ela canta bem, aprendeu os cacoetes da fake-opera contemporânea. Também teve carisma quando chegou sua hora, e o mundo sabe premiar quem se vende bem. Ainda mais com os jurados fingindo emoção (é importante incentivar quem assiste junto, mostrar “como é que se deve sentir” em um momento desses). Nossos mecanismos de identificação afetiva serão sempre aqueles que aprendemos na infância, ouvindo nossas mães contando pela quadrilhonésima vez a estória do patinho feio.
Mas tudo bem, este post se auto-destruirá em 5 segundos e poderemos esperar pelo próximo capitulo da novela das 9.
Ilustração: Denis C. Feliz
De um lado, tem o auge de sua popularização com a Oprah nos States e o Fantástico no Brasil (e todas as celebridades que os antecederam). De outro, a revolta da armada –incluindo alguns aqui do Update or Die– que está vendo o Twitter como uma espécie de ralo de tempo com superpoder de sucção, além de entupido e sujo pelo excessivo fluxo de informações. Hoje o updater Neto, ele mesmo um hard user da ferramenta, teve um insight saboroso, e ao mesmo tempo indigesto, sobre o Twitter: “É que nem um carrossel. Não importa quando você sobe. Não perdeu nada do que veio antes e daqui a pouco você enjoa”. E eu, que não sigo o Neto (embora ele merecesse!), fiquei sabendo logo o que ele falou, porque as pessoas passaram a retuitá-lo (RT) loucamente, outra peculiaridade do mundo Twitter.
Então, a pergunta não cala: o Twitter serve para alguma coisa? Se sim, para quê? Para desfilar egos e trafegar informações em excesso mesmo? (Nos dois casos, causando o enjoo do carrossel?) Essa é a pergunta que um monte de gente está tentando responder e o certo é cada um encontrar sua resposta, porque o microblog do passarinho pode ter funções específicas variáveis. Por exemplo, uma amiga achou que é ótimo para soltar frases enigmáticas ou inacabadas e deixar os outros curiosos (rsrs), enquanto eu vejo graça no compartilhamento de música (dobradinha Twitter-Blip). Mas, fora esses usos sob medida, queria me arriscar a falar de cinco funções mais universais, e bem definidas, que encontrei no Twitter e que fizeram com que me apegasse à ferramenta:
1) Sentido instantâneo de comunidade.
2) Manifestação (e observação) da individualidade.
3) Comunicação rápida e eficaz.
4) Laboratório.
5) Fonte potencialmente valiosa de informações e aprendizado.
Depois do jump, a explicação. More »« Less
Estava demorando pra alguém fazer um uso comercial de light painting. Patrich Rochon fez e saiu bem interessante, criação para Honda. Veja mais lá.