Confiram abaixo o comercial da Sprint criado pela Goodby, Silverstein & Partners para comunicar a transmissão via celular dos jogos da liga de futebol americano. A produção é da Psyop de Los Angeles.
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A próxima prova da F1 é o GP de Cingapura, o primeiro da história a acontecer à noite. Para marcar este momento a Red Bull lançou uma animação que simula uma volta completa no circuito de rua a bordo de um dos carros da RBR (Red Bull Racing), o de Mark Webber, e acompanhado de perto por Sebastian Vettel, de sua outra escuderia, a Toro Rosso. Confiram o vídeo abaixo ou vejam em melhor definição no site.
Não vou falar dos resultados atingidos pelo Brasil nas paraolimpíadas de Pequim que terminam na próxima quarta feira (17).
Só vou indicar o link do Boston.com com algumas fotos dos jogos.
Imagens que materializam o significado da palavra “superação”. (mesmo sendo uma palavra gasta)
Confiram abaixo no mesmo clipe do You Tube dois comerciais da Wieden + Kennedy de Nova York para comunicar as noites de futebol de segunda-feira na ESPN:
Em clima de U.S. Open de tênis, vale conhecer melhor um dos veteranos do circuito. O francês Fabrice Santoro é detentor do recorde de mais participações em Grand Slams com 65 (o Agassi é nº2 com 61), o de ter jogado o jogo mais longo da história que levou 6h 33m e possuir o maior número de derrotas 415. De perdedor ele não tem nada, é osso duro e considerado por muitos “O Mágico” das quadras. Para resumir, corre muito, joga todo torto e leva os adversários a loucura com seus efeitos.
Ele joga com o Roddick hoje a noite pela 1ª rodada.
A Olimpíada acabou e lentamente as discussões sobre performance de países, números de medalhas e atletas vai dando espaço para o evento em sí, sempre uma superação do próprio ser humano, sem fronteiras. Confira algumas das melhores fotos aqui.
Acompanhe a história mundial através das olímpiadas. Do surgimento da potência norte americana, passando pela divisão da Alemanha, até os campeões olímpicos Made in China.
Clique aqui e divirta-se.
Tks Alexandre.
(via HSM UoD)
Basta olharmos para os estudos de comportamento dos usuários de Internet para descobrirmos que o consumo de vídeos no computador está aumentando de forma assustadora. No Brasil, a tendência é ainda mais forte, segundo o estudo Wave.3, somos uns dos líderes nessa revolução com 94% dos usuários ativos, aqueles que acessam a rede diariamente, assistindo vídeos online. Esses números, refletem a realidade, a Terra TV mostra a Olimpíada ao vivo, a Globo disponibiliza o Jornal Nacional e até o Atlético Mineiro possui sua TV Galo. O que estamos vendo, é uma mudança enorme na maneira como as pessoas consomem conteúdo. Podemos avaliar se gostamos do que foi produzido ou não, podemos comentar e trocar impressões com quem assistiu o mesmo programa, podemos enviar um link para amigos, etc. Tudo isso acontecendo em tempo real. Na TV convencional, temos muitos canais mas pouca escolha de programas que realmente queremos assistir. Agora temos escolha.
Update: Olimpíada - transmissão online do terra recebe 12,3 milhões de visitantes.
Bom, o que não falta é piadinha pra descrever essa, vamos suavizar, “falta de sorte” do Brasil nas Olimpíadas. Todos os favoritos caíram. Agora há pouco o jogo de vôlei de praia mostrou o retrato do nosso país na competição. Começaram ganhando, deixaram empatar e perderam o primeiro set. Ganharam apertado o segundo e no final perderam feio de 15 a 4 no tie-break. Ou seja: começa bem, mas no final sempre perde.
Tenho notado a reação das pessoas quando estão assistindo o jogo. Quando começa a perder ninguém dá mais bola. “Ah, vai perder de novo, quero é novidade”. Junto a isso as piadinhas “É bronze Brasil!”, “Brasil é mesmo um país bronzeado”.
Essa descrença nos atletas brasileiros já pode ser vista de várias maneiras online. Algumas iniciativas mais agressivas como o Fracasso.com.br. Outras mais bem humoradas como o Bronze Brasil. Sobrou até para uma ferramenta criada com o intuito de “agourar” os adversários do Brasil. Só que com tanta derrota a situação se inverteu. Dá uma olhada nos bonequinhos da disputa Brasil x Bélgica no futebol masculino.

É, se nos esportes com menos tradição já ficamos revoltados, no futebol isso triplica. Deixa pra lá, se não tivesse perdendo tanto não teria assunto pra esse post e tantos motivos pra rir da própria desgraça. Aí vai mais um deles, um vídeo mostrando que quando o assunto é bom humor: “É ouro para o Brasil!”.
Talvez vocês nem aguentem mais falar de Brasil na Olimpíada, mas, depois do futebol de hoje, eu preciso replicar aqui o blog do Bob Fernandes, tão perfeito está:Vou elevar Muricy Ramalho à categoria de filósofo. Não sei em que gramado da vida ele garimpou a frase, mas “a bola pune” é irretocável para definir o jogo em que o Brasil entregou o ouro para os EUA no futebol feminino. A bola puniu com um 1 a 0 o domínio estéril, embalado por uma quantidade de passes errados, 62, que faria o Dalai Lama perder a paciência. Certamente em algum livro de auto-ajuda o professor Vanderlei Luxemburgo capturou outra máxima: “O medo de perder tira a vontade de vencer”. Nesse momento Almanaque de Farmácia sapequemos outra filosofada, e essa vale não apenas para os futebóis, mas também para o conjunto da obra de até agora em Pequim e cercanias: “O medo de vencer leva à derrota”.Numa entrevista publicada hoje pelo Terra, o técnico Dunga diz que Ronaldo Gaúcho e a seleção não necessitam de um trabalho psicológico. Não é o primeiro a pensar assim, e é claríssimo que os atletas brasileiros têm um profundo preconceito em relação ao divã. Auxílio que, para dar apenas um exemplo, Michael Phelps tem, e tem como algo indispensável. Atletas brasileiros entendem as expressões “psicólogo”, “terapeuta”, como se fossem a marca da fraqueza e assim, enquanto não são levados a se fortalecer emocionalmente, perdem partidas, provas, batalhas em que poderiam ter vencido ou, ao menos, ido adiante. E choram, choram, o Brasil já chorou um rio Amazonas nessa Olimpíada. …não é possível que esse vale de lágrimas verde-amarelo não signifique descontrole, uma bandeira gigantesca da falta de preparo emocional básico para uma competição de altíssimo nível como uma Olimpíada. Continue reading ‘Por que o Brasil chorou um rio Amazonas na Olimpíada’
Confiram abaixo a criação da BBDO Argentina que está circulando pela web estes dias comunicando a corrida Nike+ HUMAN RACE 10K:
Enquanto isso, nos EUA, a campanha para a corrida (que acontece mundialmente em 31.08) foi feita com a participação da banda hit do You Tube, o OK Go. Leiam aqui e confiram aqui o vídeo.
Roberto Faria (@betofaria), via twitter me mandou este link, do blog Radar Esporte. Um texto que define bem nossa situação nesta Olimpíada. Cielo chorou lágrimas de orgulho. Diego, lágrimas de decepção. Mas não se enganem. Ufanismos à parte, Cielo e Diego são atletas especiais, acima da média. Não são produtos da Globo. São atletas únicos, que tiveram destinos diferentes porque…ah…segue o texto do Radar Esporte, com o qual concordo letra por letra:
“…Cielo passou 3 anos treinando nos Estados Unidos, abdicando da vida pessoal e da família para conquistar seu objetivo nas Olimpíadas. Seus pais estavam em Pequim, apoiando e dando força ao filho, mas não porque a CBDA quis, pelo contrário. A confederação sequer pagou os custos para que eles fossem acompanhar o desempenho do novo herói da natação. Seu desempenho não é fruto de um maciço investimento no esporte ou de um forte apoio do governo e/ou da CBDA. Não. Cielo é fruto de um esforço individual, de seu técnico, de sua família e dos EUA. Mas não tem problema; junto com a medalha vem a ilusão de que está tudo bem… e uma ligação de parabéns do presidente Lula. O seu choro não foi só um momento de emoção ao ver a bandeira do Brasil ser erguida ao som de nosso hino. Seu choro foi também um grande desabafo.
Diego Hypólito não é diferente. Se não fosse pela queda, muito provavelmente ele traria uma medalha para o país. Um atleta diferenciado, focado e muito bem treinado; mais do que capaz para sair de Pequim vitorioso. Mas não foi o que aconteceu. Diego chorou e pediu desculpas ao Brasil.
Desculpas ao Brasil?
Quem tem que pedir desculpas (e muitas) é o Brasil. O país do futebol é incapaz de abrir os olhos para outras modalidades, não tem um projeto consistente para o esporte, é carente de heróis mas não incentiva o surgimento deles e quer receber as Olimpíadas de 2016 simplesmente por questões políticas.
Quem ganhou medalhas em Pequim definitivamente não foi o Brasil.
Quem tem que pedir desculpas a quem? “


