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ziller em 20 de Março de 2010 às 2:00 am
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Você conhece esse site? Estou embasbacado com a qualidade e elegância de cada detalhe desse serviço de música baseado na web. Essa é a definição do próprio site:
“No thesixtyone, novos artistas fazem música e os ouvintes decidem o que é bom. Estamos alimentando um crescente ecossistema onde as pessoas talentosas possam vender músicas diretamente a seus fãs. Ao contrário de um negócio em que elas só fazem $ 1-2 por álbum (se é que alguma vez receberam o pagamento), os artistas em thesixtyone fazem pelo menos 7 dólares por álbum e são pagos a cada 30 dias.”
O desing é bacanudo, a usabilidade fenomenal. Tudo da web moderna está ali: intuitivo, criativo e plugado nas APIs do mundo. Durante a execução de uma música as informações sobre o artista navegam na tela: olhe, ouça, leia, descubra e divirta-se! Procure pelo manual de etiqueta do site… Pura poesia.
E aqui umas cositas aleatórias que descobri navegando: Metric - Atmosphere - Caro Emerald - Flomid - Astronautalis
Post inspirado numa dica da querida Flavinha Massara (@Flavia_Massara).
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Neto em 19 de Março de 2010 às 5:43 pm

Vou me ater aos fatos: você entra no site da Interpol, dá um search por “Maluf” e quem aparece? Flávio e Paulo. Maluf pai e Maluf filho. Acusados de roubo e fraude. Mandato de prisão emitido no EUA. Confira você mesmo.

No fim de 2007 uma crítica social ganhou a internet brasileira: o “War in Rio” é uma adaptação do clássico jogo de tabuleiros “War” utilizando as favelas cariocas como territórios e a polícia, traficantes e milícias substituindo os exércitos. O autor do projeto, o designer Fábio Lopez, deu diversas entrevistas e, diz a lenda, teve até proposta para produzir o jogo.
Navegando pelo Flickr dele encontra-se outra crítica social à situação das favelas cariocas em forma de jogo. O clássico “Batalha Naval”, em sua releitura, virou o “Batalha na Vala“. Ao invés de posicionar sua frota e tentar afundar submarinos e destroiers do seu adversário, a brincadeira utiliza como personagens o Dono da Boca, Aviãozinhos e até Inocentes perdidos no meio do caos.
Dica do pessoal do @caligraffiti
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Neto em 17 de Março de 2010 às 4:34 pm

Deu na BBC Brasil: os executivos da Time Warner pediram desculpas públicas pela programação da Playboy TV ter ido parar nos canais Kids On Demand e Kids Preschool On Demand, por um “problema técnico”. O “descuido” aconteceu na Carolina do Norte. As imagens foram ao ar entre 6h15 e 8h15 em pelo menos quatro cidades - Wake, Johnston, Wilson e Wayne, informou a retransmissora local WRAL. A declaração do porta-voz foi:
“Nós lamentamos muito, muito que isso tenha acontecido – nós sabemos que os pais estão preocupados”…”Levou cerca de uma hora para que ficássemos sabendo do problema e conseguíssemos concertá-lo” (sic)… ”Foi um problema técnico e infelizmente ele aconteceu na pior hora possível, no pior dos canais possíveis.”
Sem comentários.
via BBC Brasil
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Neto em 17 de Março de 2010 às 4:26 pm
A história da vez é que o Nexus One, o tão esperado fone do Google, tá sendo um fiasco. Tire suas próprias conclusões:
\via Engadget
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Neto em 17 de Março de 2010 à 1:56 pm
Não gosto de postar aqui as ações que tem claramente pinta de terem sido feitas para Cannes. Video já formatadinho para criar buzz e pressionar o júri. Geralmente, são cases fantasma. Mas esse aqui é diferente. Parece mesmo que foi produzido. Alguma coisa deve levar em Cannes. Feito pela JWT para a Heineken Italia.
http://www.vimeo.com/10057219
Uma amiga foi dar uma aula de história da arte em uma faculdade meia boca e viveu um episódio engraçado (para não dizer trágico). Ela falava sobre manifestações artísticas ao longo do tempo, começando pela pintura rupestre, e ia sinalizando para a classe a relação disso com o avanço da tecnologia.
Aí um aluno levanta a mão e diz que não está entendendo nada, afinal, para ele, tecnologia é uma coisa nova já que os computadores surgiram muito depois da época em que nossa espécie morava em cavernas.
Então minha amiga educadamente explica que tecnologia e informática são conceitos diferentes, e que, muito antes dos microprocessadores, tinta e pincel já eram “tecnologia”.
Contei essa historinha para introduzir o vídeo abaixo do TEDxAmsterdam, onde Kevin Kelly, editor executivo da Wired, fala sobre o papel da tecnologia na sociedade humana.
http://myspacetv.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=103630659 Novo vídeo do australianos ingleses do Hot Chip, I Feel better. Bem irreverente. Me conta o que vc achou. via
Perdeu o RockBreja#7? Escuta aqui! http://www.vimeo.com/10213590
Sou um entusiasta das mídias sociais? Com certeza.
Desconfio das mídias sociais? Também.
Sei do que uma simples conta bem gerenciada no Twitter é capaz de fazer por uma empresa, um político ou até mesmo um profissional liberal pois já vi com os meus próprios olhos coisas bacanas acontecerem nesse sentido.
Ainda assim, desconfio de qualquer discurso capaz de causar tamanha histeria e gerar tantos defensores da causa. O poder de aglutinar tanta gente em torno de algo nem sempre é uma coisa boa, vê-se o que aconteceu na Alemanha em 1939.
Antes que alguém grite aí, deixo claro que não estou comparando mídias sociais com nazismo. Se fosse assim seria nazista, já que trabalho com isso. O que estou dizendo é que me assusta ver como muita gente enxerga mídias sociais como uma grande panacéia, ou seja, algo que vai salvar o mundo de todos os males, ainda que não se saiba exatamente como e quando.
Por isso acho legal quando alguém tenta traduzir mídias sociais em números. Pode ser um pouco cartesiano demais para quem está esperando pela Era de Aquário 2.0, mas pelo menos ajuda a gente a manter o pé no chão e discernir o que é real do que é pura enrolação.
o vídeo vem daqui