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Arquivo para updates sobre 'Arte e Ilustradores'

Mapas Caseiros

Sabe aqueles mapinhas que você faz para explicar o caminho a alguém? Geralmente desenhados de forma improvisada sobre guardanapos, bloquinhos, papel de pão, enfim, o que estiver a mão? Então, o site Hand Drawn Map Association coleciona eles pra você. Tem de tudo, caminhos curtos ao redor de casa, europa, atrações obscuras e até mapas de lugares que não existem. Uma viagem ao maravilhoso mundo do garrancho criativo. Qualquer um pode participar e enviar o seu. Os mapas geralmente são enviados com uma histotinha sobre o lugar ou com uma explicação sobre por que foi feito. O site prefere os mapas originais e por isso paga a postagem pra você. Vale a visita.

[via]

HQ “5″ (BRA) ganha best anthologie no Eisner Awards

(por Alê Silveira)

Essa é legal (bom, pelo menos pra quem gosta de gibi, desenho e arte).

A revista/quadrinhos independente “5″ ganhou o prêmio de best Anthology no Eisner Awards que rolou na última ComicCon (25/7)
Esse é o maior e mais significativo prêmio para a indústria de comics. Mas e o que é legal nisso?
A revista tem a participação de dois brasileiros fodões o Fabio Moon e o Gabriel Bá. Eles ainda levaram “best limmited series” com Umbrella Academy e “best digital comic” com Sugarshock.
Agora eles vão desenhar uma série junto com o Mignola do Hellboy pra Vertigo.

Link para o blog deles.

Na Khepri comics (o melhor lugar pra achar gibi alternativo) esgotou, mas eles prometem que vão repor o estoque ràpidinho.

Bond Girls

Michael Gillette criou uma série de 14 ilustrações de garotas-007, no melhor estilo anos 60, com os títulos desenhados sobre o corpo das beldades loiras, morenas, ruivas e orientais. Estas Bond Girls estão nas capas dos livros de uma coleção especialmente dedicada a Ian Fleming, editada pela Penguin.

Vending Machine com louça para quebrar

Sabe aquele dia em que tudo dá errado? Aquele dia que você reza pra acabar e tem vontade de sair quebrando tudo? Esse é o momento exato para usar a anger release machine.

Realmente os designers Ronnie Yarisol and Katja Kublitz encontraram a solução!

levelHead, saindo da caixinha

Nunca fui muito chegado a joguinhos mas esse ai de baixo me impressionou. O nome é levelHead e está sendo criado por Julian Oliver. A sua única interface será um cubo sólido de plástico que pode ser segurado com as mãos. A missão é fazer o homenzinho passar de um cubo para o outro (são 3 no total) e achar uma saida para o coitado. Se gostar, o criador estará expondo em São Paulo no File 2008 Million Pixars entre 05 e 31 de Agosto.


levelHead v1.0, 3 cube speed-run (spoiler!) from Julian Oliver on Vimeo.

Mangá da Turma da Mônica

Turma da MônicaCom o formato de mangá (linguagem usada em publicações de desenhos japoneses), A Turma da Mônica Jovem, que deve ser lançada em agosto pela Editora Panini, irá tratar de assuntos ligados aos jovens. A idéia do criador dos personagens, Maurício de Souza, e da editora do quadrinho é sentir primeiro a receptividade do público, para depois abordar temas como namoros, sexo e até drogas com a famosa turminha.

“Nesse começo, como é natural, haverá um estudo do terreno em que estamos caminhando, mas minha idéia é usar a Turma da Mônica Jovem para ‘falar’ com os leitores sobre esses assuntos, sim. De uma maneira muito bem estudada”, afirma Maurício.

[fonte Estadão]

Mais arte para seu iPhone

O site Poolga oferece diversos Wallpapers para Ipod e Iphone de designers e ilustradores de todo o mundo.

Diariamente tem coisas novas lá, então aproveite.
Dica da Dani Caporali [YR]

My Luxuria

My LuxuriaO fotógrafo Alex Sandwell Kliszynski fez um ensaio chamado My Luxuria. Mulheres-boneca ou bonecas-mulher em poses sensuais satirizam o pornô, levantando questionamentos sobre desejo, fantasia e a representação disso tudo na grande mídia da cultura pós-feminista.

Os Gêmeos apagados em São Paulo e consagrados no exterior

os-gemeos-sampa.jpgHá tempos ocorre por estas plagas o estranho fenômeno no qual o Brasil só reconhece o valor de certos artistas depois que eles recebem o merecido reconhecimento lá fora. Os exemplos são muitos, e sem esforçar muito a memória recordo do caso de Tom Zé. Um dos mentores do Tropicalismo, nunca recebeu o devido reconhecimento por aqui, até que David Byrne, líder do grupo Talking Heads, descobriu durante uma de suas viagens ao Brasil o vinil de “Estudando o Samba” em um sebo, encantou-se com aquelas composições e contratou o cantor e compositor baiano para o seu selo Luaka Bop. Resultado: Tom Zé, que estava a ponto de abandonar a carreira musical para ir trabalhar em um posto de gasolina em sua cidade natal, Irará, no interior da Bahia, lançou no exterior o álbum “The Hips of Tradition” em 1992 (após ter amargado oito anos sem qualquer contrato com gravadoras), foi consagrado pela crítica lá fora e, enfim, passou a ser visto com outros olhos em sua própria terra.

Menos mal que a dupla de grafiteiros Os Gêmeos, alcunha utilizada pelos irmãos paulistanos Gustavo e Otávio Pandolfo, não chegou ao ponto de cogitar abandonar suas atividades artísticas. Porém, não posso deixar de lamentar o fato de que, tal qual Tom Zé e muitos outros nomes como Alberto Cavalcanti, Laurindo Almeida, Trio Mocotó e Bebel Gilberto, eles só estão ganhando o merecido reconhecimento na Terra Brasilis após serem reconhecidos no exterior.

O maior exemplo do que digo está na foto que ilustra este post, que achei no Flickr de Fran Mosquera. O grafite acima, que fazia parte de um painel feito há seis anos, de mais de 700 metros quadrados, na Avenida 23 de Maio, pelos Gêmeos na companhia de outros grafiteiros como Nina Pandolfo, foi apagado “sem querer” por uma empresa contratada pela prefeitura de São Paulo no começo deste mês. Ironicamente, esse atentado à street art ocorreu no momento em que Os Gêmeos foram convidados a pintar as paredes externas do castelo de Kelburn, o mais antigo da Escócia, e a fachada da Tate Modern, uma das mais importantes galerias de arte de Londres. Em tempos nos quais museus paulistanos como o MASP e a Pinacoteca do Estado sofreram roubos recentemente, o que dizer de um caso como este no qual uma obra inestimável de street art foi simplesmente apagada e extirpada da visão de nossos olhos embotados de cinza?

A quem ainda não conhece a obra de Os Gêmeos, recomendo assistir ao vídeo abaixo, que encontrei no Portal Senai Design. Cada vez que o vejo, fico mais indignado com o crime que foi cometido contra a arte urbana brasileira.

TV Dinner

Eu sempre vi os curtinhas do Simon’s Cat mas nunca me identifiquei muito, porque nunca tive gato. Até que há pouco tempo atrás eu passei dois meses vivendo com duas gatas. E é impressionante. Elas fazem EXATAMENTE esse tipo de coisa:

Esse é o mais recente. Quem quiser, pode ver as outras animações aqui.

Arte em carro empoeirado

(tks Gabi, via drop post)Você é daqueles que escreve “lave-me” no vidro empoeirado do carro? Scott Wade faz parecido, mas um pouco mais elaborado. Escrevi sobre ele aqui no UoD em 2006, mas agora tem video e umas artes novas. Breve em um anúncio de vencedor de Rally próximo de você (se bem que uma açãozinha in loco não era mal).  

 

Instant Origami

Instant OrigamiEu sempre fui meio frustrado por não conseguir fazer origami… Sempre achei super bacana, mas o máximo que consigo é um barquinho (que vamos combinar, nem tenho coragem de dizer que é origami).

Imaginem então a minha felicidade de cruzar com o Instant Origami! Vários origamis bacanas, com instruções em vídeo, passo-a-passo.

Eu testei, e consigo fazer TODOS da lista agora…

E você? Será que consegue aprender?

Do ilustrador Alberto Seveso

seveso5.jpg

Ele é italiano de Milão, vive em Roma, tem 30 anos, é autodidata (e nem nunca frequentou aulas de design), desenha há quinze anos, usa o Photoshop no Windows (!) e é, fácil-fácil, o portifólio (ou portfólio?) da semana: Alberto Seveso.

Via: O Pequi

The Cloud

É uma escultura orgânica que responde às interações humanas com mais de 65km de fibra ótica. Tem mais de 4m e é construída de carbono de vidro e está localizada em Florença, Itália:

The Cloud - from mitmobileexperiencelab on Vimeo.

Jerry Levitan + Lennon

Em Toronto, 1969, Jerry Levitan - então com apenas 14 anos - conseguiu com um gravador, arrancar esta histórica entrevista sobre a paz com  John Lennon. 38 anos depois, o diretor Josh Raskin produziu esse motion com ilustrações de James Braithwaite e Alex Kurina. Genial.

Valeu Marquinho