Impressionante. Acho que precisamos cada vez mais e literalmete, de um day-off.
Adriano Macêdo disse às 4:05 pm
ANTES da Internet, já havia o cafezinho, o bate-papo no corredor, as bancas de revistas entulhadas das mais infinitas besteiras, os rádios sintonizados em algum jogo de futebol, a desculpa de rever o "vale a pena ver de novo", enfim... perdia-se muito tempo também no passado! O que ocorre no presente é que as pessoas trocaram de mídia. E apenas isso.
David R disse às 4:47 pm
concordo com o adriano.
a procrastinação sempre existiu...
Wagner Brenner disse às 10:08 pm
Sim!! Viva o ócio criativo!! Mas emails e reuniões, nativos do ambiente corporativo e teoricamente ferramentas de produtividade, são cada vez mais improdutivos. Já o cafezinho, um dos melhores ambientes de trabalho, sem dúvida alguma!!
trix disse às 8:24 am
Post com trilha comanda!
Q musica eh essa mesmo?
Fernando Gois Rossetto disse às 9:58 am
Concordo plenamente com o Adriano Macêdo
O Rebosteio disse às 11:37 am
Uma coisa é certa, tem muito vagabundo dentro do escritório. Nada que um Alt+Tab resolva, basta um clique e quem te "flagra" encontra aquela planilha cheia de números. Como diria Maxwell Smart "o velho truque de trocar de telas quando o chefe aparece...".
fErnando Cardoso disse às 12:35 pm
Concordo com o Adriano. Mas vejo tb que geralmente não somos focados, por isso tantas interrupçõs no processo de trabalho, seja ele analítico ou criativo. O importante é ver onde tudo isso atrapalha e contratar um bom administrador de rede, pois ele com certeza pode dizer qdo e como cada funcionário "gasta"o seu tempo.
Viva o ócio, mas de forma responsável, afinal de contas a grande maioria de nós nao trabalha em empresas filantrópicas.
Você checa seus emails umas 50 vezes por dia? Entra no Messenger umas 77 vezes? Dá uma passadinha nuns 40 sites? Então você não está sozinho.
Estudo promovido pela Basex e destaque do Wall Street Journal e NY times: Information Overload. Foram instalados tracking softwares em 40 mil computadores e os resultados, finalmente quantitativos, são impressionantes.
US$ 650 Bilhões jogados no lixo por “produtividade desperdiçada” (vagabundagem tech)
50 checagens de e-mail por dia, por pessoa
77 papinhos no Messenger por dia, por pessoa
40 sites por dia, por pessoa
Parece que finalmente os números começam a provar o que a gente constata olhando para o lado: muita gente ocupada, pouca gente produzindo de fato. Nada contra o ócio criativo, mas isso não tem nada a ver com e-mails, messenger, etc.
Muito legal, comprou o arduino pronto ou montou? Se foi pronto, onde comprou?
Lusa Silvestre disse às 5:29 pm
Rapaz, não entendi um cacete. Mas dou a maior força.
etruta disse às 12:56 pm
Usamos o arduino diecimila (usb) que compramos na SparkFun.
http://www.sparkfun.com/commerce/product_info.php?products_id=666
Tempos atrás montei um arduino serial, mas meu laptop não tinha tal interface. :P
Blogjects. Objetos Conectados. A internet das coisas. Enfim, um monte de termos pra definir que a internet é muito mais abrangente do que ela mesma hoje. Do que sentar e ligar o computador. Do que twittar pelo celular.
O Caffeine Viewer é um projeto onde um conjunto de dispositivos eletrônicos conectados à nossa cafeteira disponibilizam informações online, em tempo real, do consumo de café dentro da colmeia. Lançamos o bichinho ontem, aqui está.
Basicamente a nossa máquina de café foi hackeada e conectada à internet (com a receita arduino + processing) e a deixamos gravando informações dos cafés no momento que retirados. A partir disso, resolvemos disponibilizar uma “API” para a captura das infos em tempo real e desenvolver visualizações para demostração. Assim qualquer um pode cruzar as informações do nosso consumo de café com musicas do last.fm, posts no blog, links no delicious e etc…Queremos construir um projeto 100% open source - portanto temos um “call for developers” rolando. Vamos ver se cola.
Gardner bem disse, né?
Cada pessoa tem um tipo de inteligência e aprende melhor de uma forma ou de outra.
Mas realmente o colégio podia ter sido menos traumático se já existisse YouTube naqueles tempos...
mauro disse às 10:01 am
Assiti até o final pra ver se ela ensinava a resolver Sudoku.
Wagner Brenner disse às 10:13 am
Sudoku não, mas ele sabe prever o tempo. Que aliás, tudo indica, vai ser frio pacas nessa semana.
Wagner Brenner disse às 10:38 am
Neto, o Lattice é o método dos Diretores de arte.
Jorge Carvalho disse às 9:52 pm
Enquanto lia seu post chegou um e-mail do MIT OpenCourseWare com Street Fighting Mathematics http://tinyurl.com/4ggpv8 "teaches the art of guessing results without doing a proof or an exact calculation" :-)
Saul disse às 11:52 am
Wagner, você diz no post que vale lembrar que existem diversas maneiras de se ensinar e aprender e concordo plenamente com isso... Mas o vídeo acaba mostrando (12min54s) que o algorítimo tradicional para a multiplicação e a divisão ainda é o mais eficiente e que os pais devem ficar atentos e evitar essa "matemática reformada" nas escolas de seus filhos. Acho que isso é uma intimação para que desenvolvamos métodos que levem em conta as diferentes formas de aprender mas que conservem em si certa razoabilidade e eficiência.
Wagner Brenner disse às 1:33 pm
É verdade Saul, a moça não gosta de métodos alternativos mesmo e acho que ela tem razão. Uma coisa é inovar, outra é descolar da realidade. Por outro lado, fico imaginando quantas coisas a gente não assume como verdades absolutas. É um questionamento que veremos cada vez mais daqui para frente na educação formal.
Provavelmente o trauma escolar mais comum (depois da loira do banheiro) seja mesmo as famosas aulas de matemática. É uma questão de tempo: para uns acontece antes, para outros depois, mas parece que ninguém realmente escapa de uma fritura cerebral em algum momento da vida acadêmica. É sabido que, enquanto existe lógica no processo, o aprendizado acontece de uma forma mais duradoura e agradável, mas nem sempre é assim com a matemática. E hoje, como em praticamente todas as disciplinas, não só os conteúdos estão sendo reescritos (sofro de imaginar quantas bobagens e mentiras aprendemos) mas também os próprios processos como, por exemplo, o básico “fazer conta”, algo que aprendemos bem novinhos, lá com a tia da escola. Novas propostas tem aparecido, mas muitas não param e pé simplesmente por incompatibilidade com os métodos das gerações anteriores (nós incluídos). Abaixo, um video interessante. É longo, você não precisa assistir inteiro para pegar o ponto deste post, mas vale a pena parar um minuto para conhecer algumas maneiras novas de “fazer conta” e, mais importante, lembrar que existem muitas maneiras de se ensinar. Saber optar pela melhor e “aprender a aprender” é a mais poderosa habilidade que podemos desenvolver em benefício próprio e pelos pequenos que vêm por aí num mundo que não vai ser bolinho. Update or Die.
Me pareceu que é ainda um nicho muito específico para pleitear ser uma plataforma de comunicação mais geral a curto prazo. Mas dá pra se fazer muita coisa bacana com podcast.
Jorge Carvalho disse às 10:24 am
Achei interessante o slide 15, mais de 50% ouvem em média mais de 4h por semana.
Wagner Brenner disse às 11:33 am
e eu ainda não me conformo como pouquíssimas pessoas escutam no carro
Racum disse às 12:35 pm
Compilar os dados da pesquisa tem sido uma ótima experiência, algumas coisas eu já esperava e outras foram uma surpresa! a série de artigos continua, acabei de postar a 3a parte:
Conclusões da PodPesquisa, Parte 3: Preferências
http://www.racum.com/artigos/conclusoes-podpesquisa-preferencias/
Raul Medici Ferreira disse às 3:04 pm
Achei ótima a pesquisa.
Estávamos mesmo precisando de dados como estes!
Mas só não entendi como é que não fomos consultados sobre o assunto!
Ainda mais tendo mais de 6.000 programas de podcast publicados e mais de 8 milhões de downloads.
grande abraço
PodCasting BRasil
Wagner Brenner disse às 6:28 pm
Raul, sabia que você ia achar interessante. Tb não entendi por que vcs não foram consultados, mas de qq modo os dados serão úteis. abs.
Saiu o resultado da PodPesquisa, a maior pesquisa nacional sobre o perfil dos assinantes brasileiros de Podcast. Foram 45 dias de pesquisa coletando dados de 436 assinantes diferentes, a divulgação foi feita por alguns podcasters pedindo aos assinantes que preenchessem o formulário de 35 questões. Essa foi um projeto da ABPod (Associação Brasileira de Podcasters).
De uma maneira geral eu acho tag clouds batidos e, honestamente, chatos visualmente. Confesso que meu conceito mudou um pouco quando vi esse Wordle. É uma ferramenta de fazer tag cloud do que você quiser. Digita o texto lá, e você pode escolher entre 6 layouts de texto, 5 esquema de cores e 14 fontes. Tudo rapidinho, facil e o resultado final fica bem bacaninha. Entra lá e testa você. Eu tive que testar com um Lorem Ipsum básico mesmo… Só pra ver como fica no mais tradicional texto de design ;)
O fotógrafo Phillip Toledano virou alguns atendentes de telesexo do avesso. Alto lá: estamos falando das suas vidas pessoais e das motivações que os fizeram optar pelo famigerado ofício. As fotos foram feitas, em sua grande maioria, no lugar em que os atendentes trabalham. Mas a cerejinha do bolo é o testemunhal de cada um. É de lamber os dedos.
Achei sensacional esse videozinho da banda The BPA. Brinca com a história das censuras e tarjas pretas. Se você estiver num ambiente super puritano, é melhor deixar pra assistir depois (não tem nada demais, mas vai que dá problema). Enfim. Achei muito criativo.
Quem vai fazer a versão brasileira desse timeline? :) Seria tão divertida quanto... :)
Wagner Brenner disse às 9:51 am
Faz aí Leo!! Sério! Me manda o link que eu faço o post.
Diego Scaglione disse às 8:17 am
Hahaha Muito Bom !
Paula Chande disse às 11:47 am
Sensacional. Show do A-ha, no parque antártica, a pé.
E ainda cabia um Devo, sigue sigue sputnik, the woman in red, goonies, cristiane f...Vixi, não dá mesmo pra falar de tudo.
A idéia é bacana e o resultado também: três músicos profissionais se juntaram num estúdio, assistiram vários filmes pornôs da década de 70 sem som enquanto foram criando a trilha em cima das cenas. O resultado é bacana parecendo uma mistura da trilha do filme Death Proof de Tarantino com seqüências do filme Emanuelle.
O resultado é o cd Porno Soundtracks que você pode baixar no site.
provavelmente um bloco maciço com escala de 1:1km... contamos a ação dos políticos tb? vou rever meus cálculos!
Rafael (PuRsY) disse às 12:40 pm
Concordo com o Fernando...
Algo tipo um arranhacéu no formato das metrópoles em questão.
Mas, se formos contar a ação dos homens públicos, Sky City vira casinha de COHAB. ;)
Parece uma cordilheira. Mas é uma maquete gerada a partir de gráficos de criminalidade em diferentes áreas da cidade de Londres. A cada relojinho roubado, a montanha sobre o local do assalto cresce.
E se fosse aqui em SP ou no Rio? Que formato teriam nossas maquetes?
Muito Bom!! Se a versão beta já está divertida imaginem qd tiver tudo pronto.
deko schmidt disse às 5:15 pm
Que coisa genial, não sair mais de casa.
parabéns pela ideia!!!!!!!!!
Vanessa Freire disse às 5:47 pm
Eu sou suspeita, pois sou totalmente addict desse site!fico horas e horas vendo várias coisas legais!muito bom!
ahhhh também quero dar uma volta de helicóptero, hien?!heheheheheh
bjs e muito muito sucesso...
TP disse às 5:52 pm
Really cool.
Bruno Pinaud disse às 5:53 pm
Garela, assim vão achar que é jabá.
Alguém por favor fala a verdade: o vídeo tá descentralizado, o progress não funciona em todas as mãquinas e o vídeo fica pulando, o botão de fullscreen não está ativo, a foto do vídeo ainda não aparece no menu, a navegação ainda está uma bosta, nem um email esculhambando dá pra mandar porque o botão com a cartinha não presta pra nada.
Ainda assim, maneiro ter amigos. :)
Obrigado pela força.
Lá em casa desde dezembro não se vê tv a cabo na sala. Eu proíbo, claro.
Enfim, ainda tem muito trabalho pela frente.
Mas se você fizer uma busca por sua banda preferida, a gente fez de tudo pra que você só tenha alegrias.
E em breve chegam os primeiros canais: Update or Die, Kibe Loco, RadioClips e um canal de turismo onde dá pra reservar hotel com desconto enquanto vê vídeos sobre o lugar.
E se você me conhece, manda o post pro meu email. Tá ridícula a rasgação. :)
No mais, palavra de honra que não conheço os caras dos primeiros posts.
Valeu, Wagner.
pedroporto disse às 6:53 pm
de verdade? a idéia tem salvado um tempo precioso que eu gastava fuçando os vídeos most isso-e-aquilo do youtube.
fora os detalhes que já contaram aqui em cima, o que interessa, a tal da seleção de vídeos tá redondíssima.
crescimento+da+base+web+vídeo+bom+banda+larga+curadoria parece uma aposta e tanto. =)
parabéns pra quem apostou. tomara mesmo que pegue.
ah. o vídeo do elefante é inacreditável. =)
Wagner Brenner disse às 7:11 pm
Para assistir pelo Wii fica show.
iSofa.tv - Uma TV no seu computador! | rodrigostoledo.com disse às 6:50 pm
[...] Fonte: Updateordie. [...]
Mark Jones disse às 9:37 am
Eba... a coisa ta evoluindo, até ontem o volume não funcionava, mas já consertaram :-)
Erwin Julius disse às 11:58 am
Ae Pessoal!
Nova versão no ar:
- Display de informações do vídeo atual no centro do player;
- Botão +Info para mostrar descrição do vídeo;
- Botão (x) na descrição do vídeo para fechar o painel;
- Playlist mais enxuto, apenas com foto, nome e autor;
- Playlist atualizando também quando se executa um busca (isso é maravilhoso);
- Player e Playlist posicionados à direita na tela, parecer ser visualmente menos ofensivo;
Bruno Pinaud disse às 4:01 pm
O botão de FullScreen já está rolando. Apesar de ainda feio para cacete, melhora em 50% a experiência.
Abs!
Prepare-se para passar horas diante do seu computador, mas sentado no sofá. Assim é o iSofa, um startup que estou acompanhando desde o início e que agora entra em fase Beta. Basicamente, um player em full screen e com play contínuo, que se diferencia por levar em consideração a velha e boa relação das pessoas com videos. Funciona assim: você monta sua programação (baseada em videos disponíveis na internet), aperta o play e pronto. Aí é só se afastar da telinha, abrir a cerveja e o saquinho de amendoim. Se quiser ser mais tradicionalista ainda e entrar de vez em mode samambaia, não precisa nem customizar nada: basta assistir a programação padrão, toda feita em cima cruzamento de dados de viewers, favoritos e hot tops de vários sites.
O Update or Die inaugura canal exclusivo em breve. Se jogue no sofá mais próximo, dê uma conferida e ajude com suas sugestões de beta-tester.
Superexposto a notícias, mas desinformado. Esse é o tema do Overnewsed but Uninformed, uma análise em forma de infográficos sobre a situação do jornalismo no mundo. Cada página trata de um tema específico como cobertura, uso de diferentes meios, as fontes mais utilizadas, etc. Se quiser ver mais detalhes, tem set no Flickr.
Ler uma tirinha da Turma da Mônica não tem erro. Um Asterix, moleza. Mas a navegação de algumas das HQ mais modernas e radicais tem uma dinâmica diferente, ganhando cada vez mais elementos de storyboarding como overlaps e layouts que deixaram de ser apenas um frame para ajudar na narrativa, realçando movimentos de camera e personagens. Neil Cohn, especialista em linguagem visual, acaba de publicar um estudo sobre a influência do layout na maneira como navegamos por um quadrinho. Para baixar uma cópia, clique aqui.
Adoro mashups que trazem utilidades para a vida cotidiana. E sempre que acho um, sinto-me no dever de compartilhar.Recebi da minha namorada esse mashup que é potencialmente MUITO útil. Chama-se Bitchmaps.Na verdade é um catálogo feito com GPS em cima do google earth. Acessável inclusive DIRETAMENTE pelo iPhone.
“O bitchmaps é um experimento de geotagging e mashup, motivado pela enorme quantidade de endereços físicos de acompanhantes/estabelecimentos nos fóruns do site GPGuia, que poderiam ser facilmente visualizados num mapa se fossem processados e disponibilizados no formato KML.
Os links “ver no mapa” abrem os resultados no Google Maps, e os “baixar KML” abrem no Google Earth (ou outro programa compatível com KML que você tenha). Usuários do iPhone ainda podem digitar a URL da cidade (incluindo o “http://”) na caixa de busca do iPhone Maps.”
Enfim, achei boa a idéia e acho que está na hora de valorizarmos a criatividade na internet brasileira, né? E no fim, achei melhor deixar o post sem imagem mesmo… ;) Ps.: SENSACIONAL já existir uma categoria chamada “InfoPorn” aqui no Updaters! Perfeita para esse post.via