Não é sonho de aluno de ensino médio; é metodologia de ensino. Busca deixar o aprender e a escola mais interessantes. O experimento aconteceu numa high school de Austin, Texas, nos Estados Unidos, de nome McCallum. Créditos sejam dados: o bravo professor a entrar na gaiola de Faraday se chama Sr. Wright.
E quem me chamou a atenção para o assunto foi o Chris Anderson da Wired.


Essa semana estivemos por 4 dias no Costão do Santinho em Floripa para testar uma teoria: as pessoas pensam mais genuinamente quando estão de férias, longe de casa e do trabalho. São os “momentos mágicos”, quando descemos do trem do dia-a-dia e enxergamos as coisas em outro ritmo e com outros olhos (outros momentos mágicos: nascimentos, mortes, casamento, divórcio, demissão, ano-novo e viagens).
E já que a intenção era causar raciocínio, seguimos na nossa linha mais comportamental, mais interessados nas consequencias sociológicas e individuais de todas essas transformações que a tecnologia tem gerado. Falamos das grandes mudanças nas áreas sociais, profissionais e pessoais, redes, carreiras e projetos, aprendizado informal, auto-didatismo, etc. Tudo com muita coragem porque não é fácil competir com sol, piscina e mar. Funcionou. Mudança e adaptabilidade são temas com grande apelo.
Outra experiência interessante foi falar pra gente fora do mundinho hype (mas não menos interessante por isso), que também era um dos pontos fundamentais destes encontros (as participações foram ótimas, logo coloco os videos por aqui).
Essa iniciativa inaugura uma nova modalidade no segmento de hotelaria: o turismo de conteúdo. Nessa semana, assim como a molecada, os adultos do Costão também tiveram seus monitores.
Valeu Updaters Raquel Costa, Adriana Salles e Marcos Teixeira.
Vem mais.

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Updaters em 06 de Janeiro de 2010 às 10:34 pm
(por Lais Andrade, via Area 3 UoD)
Uma emocionante mensagem de Carl Sagan para começar o ano com a noção de que não passamos de habitantes de um pixel azul no universo. De arrepiar.
Saiu o line-up do TED 2010. Tem o Chef Jamie Oliver (TED Prize), Jake Shimabukuro (toca um Ukulele ensandecido), Sheryl Crow (!?), David Byrne, Bill Gates (filantropia), Natalie Merchant (do 10.000 Maniacs que eu adorava até ela fazer aquela cover do Sympathy for The Devil), o Ze Frank (sempre bom) e o batutão Ken Robinson (fez um talk memorável falando que as escolas matavam a criatividade, um dos mais famosos do TED).
Ah, finalmente algo pra pedir pro papai noel!
É a ‘extensão’ do The Animator’s Survival Kit, um dos melhores livros sobre animação. São 16 DVD’s (10 horas de aula ) de uma ‘Masterclass’ que Richard Williams deu no Blue Sky Studios em Nova York.
O preço é meio salgado (US$ 1.039,82) mas se for tão bom quanto o livro, vale a pena cada centavo (principalmente se eu ganhar de presente).
Mais informações aqui.
Hoje vou comer um H Am B U Rg Er.
They Might Be Giants é uma banda de Nova Iorque formada nos anos 80 por John Linnell and John Flansburgh. Eles fazem músicas para a criançada, com videos simples e saborosos. Quem dera eu tivesse visto esse video antes da prova de quimica. Malditos pequenos sortudos!

Em Berlim a celebração dos 20 anos da queda do Muro está acontecendo desde o começo do ano.
Mas hoje, véspera, a cidade enlouqueceu com festas pipocando por todos os cantos.
Hoje também foi a abertura da Falling Walls Conference, certamente o mais importante de todos os eventos da comemoração. Simplificando, trata-se de um ciclo de palestras nos moldes do TED cujo foco da discussão é quais serão próximos muros a serem derrubados nas mais diversas áreas do pensamento humano.
Organizado pela Einstein Foundation, os trabalhos começaram com a abertura das portas da Adlesdorf, City of Science, Technology and Media, um complexo monumental onde entre outros brinquedinhos tem um acelerador de partículas, centenas de laboratórios e uma rede de televisão. Fomos recepcionados com um tour pela “cidade”, duas palestras inaugurais e um jantar de “Física Culinária” com pratos preparados à nossa vista usando conceitos de termodinâmica e cozinha molecular.
Quem abrirá a conferência amanhã será a premiê Angela Merkel, que na época da queda do Muro trabalhava como pesquisadora na Alemanha Oriental e segue com palestras de gente graúda como o ganhador do Nobel da Paz e criador do Grameen Bank, Muhammad Yunus.

(via Gourmet UoD)
De repente passei a olhar diferente para a máquina de lavar louças aqui de casa. Claro, eu sabia que dava para lavar o teclado do computador nela, mas achei que isso era o máximo que teríamos em comum. Pois prepare-se para abrir um novo universo diante dessa maravilha.
Não acredita? Então que tal… cozinhar um salmão? Isso mesmo, COZINHAR um Salmão.
Tem uma receita na internet (claro) que ensina passo a passo como cozinhar o Salmão mais limpinho do mundo.
Mas não é só (!) isso.
Ainda dá para usar a máquina para lavar uma série de coisas que não são louças.
01. Boné: na máquina de lavar roupas ele entorta, na de lavar-louças não.
02. Bonecos e brinquedos: não coloque a Barbie senão ela vai sair do banho com um cabelo horrível.
03. Botinhas de borracha e havaianas.
04. Chave de fenda, alicate e aquelas outras ferramentas nojentas que você guarda naquele lugar bagunçado.
05. Maçanetas de cerâmica
06. Escovas de cabelo de plástico (eeeeeca!!!)
07. espelhos de luz (interruptores e tomadas)
08. Batatas! Faça um purê de batatas para 20 pessoas bem mais rápido.
Essas e outras dicas você encontra aqui. E não perca, em breve, um post sobre coisas incríveis que você não sabia que podia fazer com o seu microondas (secar um Poodle não é uma delas).
O Ignite Talks é uma espécie de “fast TED”. Se no TED os palestrantes possuem 18 minutos para suas apresentações, no Ignite são só 5 minutos em 20 slides (que rodam a cada 15 segundos). Qualquer grupo de pessoas pode realizar o seu próprio evento, o pessoal do Ignite dará todo o suporte e informação. No vídeo abaixo: Como não se ferrar ao tentar comprar um carro?
Dentro desse eventos, acontece uma “feira de ciências” onde algumas pessoas criam coisas interessantes. Pra quem acompanha o UoD, já passou por aqui o iCupcakes que ganhou o Consurso Ignite NY de Decoração de Cupcakes.
Assine no iTunes aqui.

Entre os dias 20 e 22 de outubro acontece em São Paulo a segunda edição do “New Brand Communication”, um evento para discutir os novos rumos da comunicação com os fundadores e principais executivos de algumas das mais inovadoras e bem-sucedidas agências mundo afora.
Já confirmaram presença alguns representantes de peso como Benjamin Palmer (The Barbarian Group), Matt Smith (The Viral Factory), Mike Geiger e Will McGuinness (Goodby, Silverstein & Partners), Engin Celikbas e Richard Willian Walker (KesselsKramer) e Ivan Askwith (Big Spaceship), entre outros. A agenda completa pode ser acessada aqui, bem como os custos e pacotes especiais (com um desconto de 30% para quem fizer a inscrição até este sábado e 50% para associados da AMPRO, ABRADI, IAB, ABA e Grupo de Planejamento). Estarei lá conferindo de perto o que o pessoal aportará de novidades e inspiração.
Não lembro onde eu li, mas alguém, em algum lugar, contava que a maioria dos livros que estão circulando pelas escolas do mundo estão ultrapassados. Ultrapassados não apenas no sentido de desatualizados, mas errados mesmo. São verdades absolutas da física, química, biologia que, huh… deixaram de ser absolutas. Realmente a missão é cruel, não tem como um livro impresso, confortavelmente instalado na grade escolar, turma após turma há tantos anos, se manter atual. E isso sem falar nos professores que também precisariam passar por Update or Die.
Pois parece que em alguns lugares começam a surgir novas idéias. Como essa, da The Cushing Academy, de Boston. Eles doaram seu acervo de 20 mil livros, mudaram o nome de “biblioteca” para “learning Center” e compraram 18 Kindle, da Amazon, 3 TVs de tela plana para exibir dados da internet e uma máquina de Cappuccino nova para o Coffee Shop, que ocupa o lugar onde ficava a tiazinha (não se preocupe, ela ainda deve estar por lá, o mundo digital precisa muito de bibliotecários pela habilidade de indexação). Claro que a mudança gerou polêmica. Uma das principais críticas é o fim dos passeios aleatórios por entre as estantes e as descobertas feitas ao acaso (serendipidade). E também o skimming (aquela escaneada que a gente dá com os olhos ao invés de ler). Pontos válidos. Mas entre os alunos a receptividade foi boa. E os números parecem apoiar a decisão: dos últimos 48 livros retirados na época da biblioteca, 30 eram infantis.
Em tempo: não, a escola não é dessas moderninhas que aparecem a cada ano por aí. Ela tem 144 anos de existência. E em Boston. Tradicional, mas não tá dormindo no ponto.
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