Depois do meu desempenho pífio no Olhômetro do Wagner, mais um teste pra baixar a auto-estima - nesse caso por não ter sido eu o inventor. Vc responde meia-dúzia de perguntas e voilá: a Mag Nation, uma das revistarias mais bacanas dos últimos tempos, diz quais são as revistas indicadas para vc. Gênio. Submeta-se vc também ao MAGDENTIFIER.
Acaba de ser lançada a versão PDF do esperado iPhone Developer’s Cookbook, de Erica Sadun. São 336 suculentas páginas, ensinando como utilizar os principais recursos do SDK gratuito da Apple para desenvolver aplicativos para o iPhone. Erica é velha conhecida da comunidade Open Source. Além de escrever para o Tuaw, Erica participou dos primeiros esforços de desbloqueio, participou do desenvolvimento do toolchain open source do Dev Team e agora, se rende ao desenvolvimento “oficial” de aplicativos.Apesar de básico, se você nunca escreveu aplicativos utilizando Objective C, talvez precise de alguma leitura adicional. Mas o livro preenche uma lacuna, pois falta material que introduza o SDK para iniciantes. A versão impressa só sai dia 15/10. Mas a PDF já está disponível por US$39,99 aqui.
Se você acha que já sabe tudo sobre a banda Joy Division, depois de Control, você está enganado. No próximo dia 07.10, vai ser lançada uma coleção chamada “Classe 1 Top Manager”deRob Gretton, baseado em scrapbooks mantidos durante o tempo em que foi manager da banda. A coleção reúne seus 20 cadernos, além de posters, cartas, “recibos” e notas de estúdio, datados de 1978 a 1980.
Se você é fã da banda e não consegue esperar até o dia 07, veja alguns trechos do livro aqui e reserve o seu exemplar aqui. O livro estará disponível para compra aqui pelo preço de £ 20 (+ £ 35 de frete para o Brasil) .
Agora, se você é fã MESMO (como eu), corre por que a edição é limitada a 1.500 cópias, apenas.
como você bota uma imagem de 100 e poucos k na home do blog? que irresponsabilidade
:-D
Wagner Brenner disse às 7:42 am
Oba! Bela iniciativa Cava, tks!
Cesar Senatore disse às 11:29 am
Na fotinho da orelha parece que o autor usa botox.
Neto disse às 12:59 pm
Cesar, botox eu não sei...mas ele usa muito photoshop. E é japonês.
pristina.org | everything design » Blog Archive » O Marketing de Depois de Amanhã disse às 1:49 pm
[...] O Marketing de Depois de Amanhã (free). « Update or Die Tags: Download, inovação, livro, marketing, Ricardo [...]
Fernando disse às 4:22 pm
Cavallini, já li muita coisa sobre esse mundo e já participei de muitas palestras e o que geralmente eu vejo é enrolação ou jaba. O livro está muito bem escrito e muito consistente, vale a pena ler!
O único cara, que eu conheço, mais ranzinza do que eu é o Cava. Ricardo Cavallini, que é updater mas há tempos prefere nos infernizar com seus comments ao invés de postar tudo que sabe, tem longa história na internet brasileira. Cavallini tem um invejável currículo, com passagens pela DM9/DDB, Globo.com, F/Nazca, Euro RSCG 4D, Organic inc. JWT e Vetor Zero . Em 2001 lançou seu primeiro livro, o delicioso [com o perdão do trocadilho] Boa Bronha, onde descreve não só sua experiência no site de mesmo nome, como também tece um verdadeiro painel antropológico do onanista online. Naquela época, Cava já falava de virais, quando ninguém ainda falava do assunto. E exatamente por estar nisso há tanto tempo, e saber das coisas antes, em 2006 lançou o livro que dá título a este post, falando sobre novas tecnologias aplicadas à comunicação. O que vale o post é que o livro que já era bom no papel, agora está disponível de graça [revisto e atualizado] para você baixar aqui. Vai Cava. Mete o pau no post.
Sem dúvida uma ótima inciativa tanto da Ediouro em produzir como da Cultura em dar mais destaque nas prateleiras. Precisamos disso! Mais uma forma de consumir cultura, agora mais adequado aos nossos hábitos e engarrafamentos...
Só espero que ninguém solte uma daquelas "agora o livro está com os dia contados"...
Beto Toledo disse às 8:28 pm
Eu tenho ouvido mto.. principalmente quando viajo semanalmente para Sorocaba. No transito de SP nao tem dado tempo.. moro do lado do trabalho.
Andrea L. P. disse às 9:44 pm
Outro endereço bacana é www.audiolivro.com.br, com autores como Rubem Alves, Celso Antunes e outros. Enjoy.
Enquanto o trânsito não melhora, o negócio é dar um jeito de torná-lo menos penoso e mais produtivo. Hoje, na minha tarde consumista do bem, na Livraria Cultura, percebi que os Audio books, finalmente, começam a aparecer na nossa frente e não são mais guardados naquele canto no fundo da loja. E o que é melhor: os títulos não ficam mais no Dom Casmurro (nada contra, mas ouvir Dom Casmurro no trânsito é complicado). Já é possível encontrar coisas bem bacanas como o Vale Tudo, do Nelson Motta, lido pelo próprio. É como se ele te contasse a vida do Tim do banco do passageiro. Outro é As Histórias que os Homens Contam, do Luis Fernando Veríssimo, interpretado pelo filho do Chico Anisio, o Bruno Masseo. Abaixo você confere um video da captação e previews de alguns títulos. A iniciativa é da tradicional Ediouro, em parceria com outras grandes editoras. Para ver o tamanho desse mercado, vale uma passada na iTunes Store para ver a quantidade insana de opções, em diversas categorias. Tinha também a Audible, mas acho que a Apple comprou e colocou no bolo. Enfim, aproveite o final de semana para escolher quem você vai dar carona durante a semana.
Deu no blog de Nick Hornby. Olha só que volta: faz algum tempo, o autor de High Fidelity e About a Boy, entre tantas outras histórias contemporâneas, colaborou escrevendo a música Has Been, do álbum produzido por William “Capitão Kirk” Shatner [video que ilustra o post]. Ben, gostou e convidou Hornby para colaborar no seu próximo CD. Então é isso. Se você gosta dos romances de Nick Hornby, sempre muito “musicais” não pode perder o próximo álbum do Ben Folds Five.
O risco que as empresas correm « HSM disse às 3:59 pm
[...] PS: Ariely fez este livro para nos lembrar da nossa irracionalidade e o fez com base em vários experimentos. Escrevi mais sobre isso aqui. [...]
Roberto disse às 4:43 pm
Essas conclusoes são a soma de frases mais obvias que ja vi em muito tempo. Esse tipo de livro de auto-ajuda-economica/administrativa/marqueteira é quase tao bom quanto um inteligência emocional da vida.
Adriana Salles Gomes disse às 4:51 pm
Roberto, não acho que um pesquisador sério como o Ariely possa ser julgado de modo tão leviano. E uma coisa é o achismo da auto-ajuda, outra é o comportamento comprovado e uma terceira é possibilitar que entendamos como as coisas funcionam para podermos fazer algo a respeito. Hoje virou moda chamar tudo de auto-ajuda (a gente parece tão cool falando isso...). Até Freud e Jung, se estivessem vivos, entrariam nessa categoria. (E vc acha que inteligência emocional não existe?)
gonz disse às 5:21 pm
mas isso ai não é novidade nenhuma... ele até pode ser um puuuuta pesquisador e pá....
mas isso tudo ai (pelo menos o breve resumo apresentado), é conhecimento milenar, vem de 4000 anos em anigos hindus. quem leu sabe. e se não sabe não prestou atenção.
não precisa de nenhum pesquisador cheio de phd na mala pra dizer isso.
Adriana Salles Gomes disse às 5:35 pm
Gonz, sou fã dos conhecimentos milenares, hindus, chineses etc. (aliás, se vc souber em que textos dessas culturas estão essas coisas, me diz), mas gosto de ter também a abordagem científica ocidental. O lance do Ariely não são as conclusões em si (aí talvez o erro seja o modo como fiz o post, admito), mas os experimentos que as comprovam e assim, para mim, as tornam mais confiáveis. Mas para falar dos experimentos eu teria de ficar horas escrevendo e vocês, horas lendo – inviável. Agora, cá entre nós, acho que pouca gente prestou atenção nesses 4000 anos, porque os mesmos problemas se repetem direto. Tb não sei se é tão óbvio que todo mundo tende à desonestidade – se fosse assim, por que tantos paladinos da justiça por aí? Nem sei se é tão óbvio que a gente julga sempre comparando coisas semelhantes; não vejo as pessoas com toda essa noção, não. E a idéia de simular um estado emocional para controlar a irracionalidade me pareceu bem diferente. Mas posso estar enganada. Valeu seu comment de qualquer modo.
gonz disse às 5:49 pm
é foi o que eu disse.. só por esse breve sumário de conclusões não dá pra tirar nada de mais disso. acredito que o livro deve ser bem mais interesante que o post (não criticando seu post, apenas que em questão de conteúdo ele provavelmente fica muito aquém ao livro).
quanto ao texto, tem por exemplo o bagavad ghita (acho q escreve assim), onde se analisa de forma bastante lúdica a relação entre o desejo e o sofrimento humano, a luta do ego em se perpetuar na natureza do homem... não tá explicadinho assim por A mais B, mas é bem isso ai, é só parar pra refletir e enxergar.
mas tb claro que numa sociedade que o cidadão não se presta a pensar o mínimo, não dá pra esperar muita coisa....
mas é isso ai
abs
PAZ!
Adriana Salles Gomes disse às 7:18 pm
Gonz, vc acabou de justificar esse post ao dizer que o cidadão não se presta a pensar o mínimo (uma boa parte até pensa, acho, mas não em autoconhecimento, filosofia etc.; as preocupações são mais no macro). Se, dos muitos milhares que entram neste blog diariamente, uma meia dúzia se estimular a parar para pensar com esse post, já terá valido a pena, não? E continuo achando que a idéia da simulação da emoção é inovadora. Tks, abs e paz pra vc também!
Responsabilidade social: o risco que as empresas correm « Área 3 @ Update or Die disse às 12:42 pm
[...] PS: Ariely fez este livro para nos lembrar da nossa irracionalidade e o fez com base em vários experimentos. Escrevi mais sobre isso aqui. [...]
Guilherme Ramos disse às 10:14 am
Muito bom mesmo esse livro. Similar ao pensamento de Ariely o livro "Nudge: Improving Decisions About Health, Wealth, and Happiness" retrata bem o nosso comportameto "irracional".
E claro, que muitas outras obras...
tchau
Para tomar uma decisão realmente com conhecimento de causa, precisamos passar pelo estado emocional em que estaremos quando a decisão estiver sendo implementada. Quem diz isso é Dan Ariely, no novo livro Previsivelmente Irracional. Ariely é um dos grandes especialistas em economia comportamental do mundo, ligado ao famoso Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e professor da Sloan School of Management. Ele ilustra essa afirmação com uma passagem em que lembra que muitas mulheres, na primeira gravidez, não querem tomar nenhuma anestesia para fazer o parto normal. A decisão estóica é tomada de “cabeça fria”, sem elas fazerem idéia da dor que sentirão. Isso aconteceu com a esposa dele, Sumi, quando se preparavam para o nascimento do primeiro filho. Só que, como Ariely é um cientista da área, ele sugeriu à mulher que simulasse o estado emocional da hora do parto para tomar a decisão. O instrutor de parto (tem isso nos EUA) disse para ela mergulhar as mãos em um balde de gelo por dois minutos, enquanto Ariely treinava a respiração dela. Se Sumi não conseguisse suportar a dor dessa experiência, provavelmente iria querer uma peridural na hora do parto. Claro, depois desses dois minutos, ela entendeu a necessidade da peridural.Em “Previsivelmente Irracional”, Ariely prova, com base em vários experimentos, que nós, seres humanos, somos bastante irracionais, ao contrário do que reza a lenda (sempre desconfiei disso). Como os comentadores deste post bem alertaram, o mais interessante não são as conclusões dele em si, mas sua comprovação por metodologia científica, o que nos obriga, de certa forma, a levá-las mais a sério:
Nós julgamos sempre relativamente, por meio da comparação de coisas semelhantes, o que impõe uma tremenda limitação ao raciocínio.
O jogo da oferta e procura é uma falácia, porque basta tornar algo difícil para fazer com que seja cobiçado.
No calor da paixão, nem o indivíduo mais brilhante e racional consegue ser racional. Mesmo.
Não toleramos a idéia da perda e, por isso, lutamos muito contra qualquer tipo de perda, até a que nos beneficia.
Somos influenciados demais pelo ambiente, ou seja, é muito difícil pensarmos por conta própria. (E, ao mesmo tempo, tomamos muitas decisões que não queremos tomar na busca pela “exclusividade”, o que também não é “por conta própria”.)
Preços induzem uma espécie de efeito placebo em nós. Sempre acreditamos que o mais caro é melhor, por exemplo.
Tendemos à desonestidade. Todos nós – não adianta achar que são só os outros. É que tendemos às pequenas desonestidades; as grandes, a sociedade nos ensina a evitar em nome da virtude.
Já que estamos falando de arte em diferentes plataformas, vale a pena conhecer um lugar diferente de fazer arte: a Village Underground, em Londres. O espaço cultural ocupa quatro vagões de metrô e dois contêineres desativados montados em cima de um armazém no bairro de Shoreditch. Os designers pagam 30 libras por semana para alugar os estúdios e têm contato com os mais diversos criadores em um ambiente ecologicamente correto. Quer saber mais? A revista Mag! que já está nas bancas traz uma edição especial sobre a capital inglesa.
Outro dia fiquei tentando lembrar o nome daquelas BB..., as micro-redes/empresas precursoras. Como era mesmo? Só me vem BBQ, mas isso é barbecue...
laura disse às 1:07 pm
Adriana, seria BBS?
Adriana Salles Gomes disse às 1:38 pm
Isso mesmo, Laura, BBS!
Danyel Sak disse às 1:57 pm
Ok, tudo bem...mas vamos ser menos elitistas e traduzir. Sei que fica bem colocar em inglês, dá a impressão de cultura elevada. Mas deixando esta imagem efêmera de lado, vamos colocar os pés no chão, no Brasil Casas Bahia e traduzir para difundir a informação. Afinal, não é este o objetivo do blog? Saudações, Danyel Sak
Danyel Sak disse às 2:05 pm
Mesmo sendo internet......acabou comunicando no velho (velho?) estilo:impresso.
Adriana Salles Gomes disse às 2:09 pm
BBS é sigla, fui pesquisar agora, de bulletin board system. A tradução literal não faz muito sentido, é um software que permite a conexão entre computadores por telefone. Foi de barbecue que vc reclamou, Danyel? É churrasco, mas não traduzi porque não tinha a ver com o assunto e porque o BBQ é de barbecue mesmo, não é de churrasco (CHR, talvez?). Não tem essa de cultura elevada...
Regiane Bochichi disse às 2:16 pm
Era BBS...rodava em DOS...fiz minha primeira versão on-line do Estadão usando essa tecnologia...quanto tempo!
Adriana Salles Gomes disse às 3:20 pm
É, aquela tela preta, tb peguei na Folha...
MOTTA disse às 4:42 pm
Muito bom o livro, mas eles esqueceram do principal, Sr. Odécio Grégio.
Ele verdadeiramente foi o precurssor da Internet no Brasil...
A noite de ontem reuniu os “dinoussauros” da internet brasileira para o lançamento do livro E-Causosna Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos. O organizador Índio Brasileiro Guerra juntou uma turma da pesada como Cid Torquato, Fernand Alphen, Gil Giardelli, Marcos Souza Aranha, entre outros, para contar como foi o ínicio da aventura da internet aqui no Brasil. O prefácio é de Caio Túlio Costa e traz bem um retrato da época: de desbravar uma nova economia, uma nova mídia, sem dinheiro, sem conhecimento técnico e com a ajuda de um canivete-suiço. A leitura vale a pena! E pensar que isso tudo não tem nem 15 anos é já virou nostalgia!
Bela dica Marina. Melhor do que achar uma referência sobre marketing digital é descobrir alguém corajoso o suficiente para reunir boa parte delas em um único lugar. Tarefa árdua. Sem falar que esses livros acabam ficando com data de valliade de leite de saquinho. Piscou, já era. :)
Procurando um material atual (2008), que falasse sobre as novas tendências digitais, como blogging, games, ponto-de-venda digital, web 2.0 e consumer created content, achei essa pérola na Amazon. Os autores de DigiMarketing - The Essential Guide to New Media & Digital Marketing - são Kent Wertime (presidente da OgilvyOne Asia) e Dr. Ian Fenwick (professor da Sasin Graduate Institute of Business Administration). Para mim, são 350 páginas indispensáveis para quem quer ficar por dentro da nova era digital. Update or die.
A indicação do Shakespeare do Wagner Moura pela Adriana me inspirou a indicar também um pouco de arte. Um livro do autor inglês Anthony Horowitz, editado pela Orion, chamado The Killing Joke. Uma “comedy thriller” que narra a história de Guy Fletcher, ator londrino iniciante, que entra em um pub certa tarde e ouve uma piada contada por dois estranhos ao seu lado. O humor negro da piada irrita profundamente o personagem principal, que decide perguntar ao contador quem tinha passado a piada para ele. Começa então uma perseguição em busca da origem da maldosa piada, que o leva a atravessar a ilha britânica e ser perseguido por personagens clássicos (freiras, elefantes, judeus, árabes, homossexuais, gagos, surdos e mudos), que tentam evitar que ele chegue até a inusitada fonte. Livrinho paperback despretencioso, daqueles que a gente compra na livraria do aeroporto, mas que me fez pensar nos inúmeros vídeos virais (os amadores e não os que partem das agências) e a imaginar uma perseguição inversa da sua origem. Será que existe uma central de humor gerando as gagas de ilhéus, os brunos divettas e afins?
Me lembrou muito a dupla de aritstas Minimian
http://www.minimiam.com/en/goen.html. Conhece?
Ariane disse às 11:47 am
Q criatividade desse artista heim...
Incrível como ele destaca lugares simples com apenas alguns bonequinhos delicados e pequeninos...
Adorei as fotos, mto bem tiradas.
Ah num consegui abrir o link Gini =(
Gini (Madrid/ESP) Felipe disse às 11:50 am
agora vai o certo:
http://www.minimiam.com/
Ariane disse às 12:11 pm
Agora sim :D
Ainda não conhecia esse site não... bacana
Slinkachu artista ingles, usa bonecos miniaturas daqueles usados em maquetes de arquitetura ou em cenários de trenzinho de ferro para criar cenas inusitadas pelas ruas de Londres.
Confira a do homem entrando na naveMc Donald’s. Vale a pena entrar no blog dele para entender a proporção dos bonecos.
caraca James! O blog do Nick Hornby acaba de ser automaticamente bookmarcado
James disse às 12:27 pm
O cara manda muito bem. Pena que torce pro time errado na Inglaterra. Sou Chelsea!
Neto disse às 12:31 pm
Ah James...tu é muito metido de torcer pra time inglês... eu torço só pra Série B. :)
E sabe o que é mais legal? É que eu duvido que alguma vez na vida o Hornby tenha dito que queria ser inspiração pra um produto de banho. :)
James disse às 12:41 pm
Sou curintia aqui tb, vamos hoje? Cara, compra um livro dele chamado Polysyllabic Spree. É genial. Cada capítulo tem uma lista de livros que ele comprou na semana e outra lista dos livros que ele realmente leu. A maioria vai direto pra estante! (E se fosse o nome de um sabor de sorvete da Ben & Jerry's, seria com certeza esse o sonho dele!)
Nick Hornby disse que queria 3 coisas quando começou a escrever: 1. Ser publicado, 2. Que a profissão de escritor fosse capaz de pagar suas contas (e de sua família) e 3. Que o seu trabalho ou seu nome servisse de inspiração para um produto de banho (!). Pois bem, a Lush acaba de concretizar mais esse sonho do escritor inglês. Sonic Death Monkey é o nome da banda de um dos personagens do livro Alta Fidelidade e agora é também o nome de um gel de banho da Lush! Tá tudo lá no blog do Nick Hornby. E tome cuidado: por mais bizarro que seja o seu sonho, ele corre o risco de virar realidade!
Esse livro é sensacional. A cena que mais destaca como essa família é doentia é quando o Rodrigo "conduz" a primeira trepada entre o César e a Lucrécia.
Raquel Lima disse às 9:10 am
Sabe me informar se encontrarei com facilidade este livro? Sou fã do Mario Puzzo e tenho quase todos os livros dele. Com certeza é ótima leitura. Se puder me informar agradeço.
duda hernandez disse às 9:13 am
Moleza, Raquel. Aparece em tudo que é site de livraria. Agora pede pro Alexandre segurar a onda e não contar que morre no final :)
O Destino disse às 10:00 am
Duda,
realmente a obra de Manara e Jodoroswsky é ótima. A ilustração fantástica, a história é impressionante, porém, a trilogia em quadrinhos está no 2º volume há uns 3 anos pelo menos. A 3ª edição da trilogia não sai nunca. Quem quiser adquirir os 2 volumes não vai jogar dinheiro fora, mas já aviso, deverá ter MUITA paciência para esperar pelo nº3.
Adriana Salles disse às 10:45 am
Gente, recomendo também "Ou César ou Nada", do Manuel Vázqueza Montalbán (o escritor catalão pós-moderno criador do detetive Pepe Carvalho, sabem?). É sobre a mesma turma dos Bórgia. Estou lendo e é muito legal. "Os olhos de Lucrécia pensaram..."
duda hernandez disse às 5:42 pm
OBA! Vou ler.
Alexandre Esposito disse às 11:37 pm
Ah, meu spoiler nem foi grave... ehehehe
Raquel Lima disse às 4:09 pm
hihihi sacanagem Duda. Mas valeu a dica. Vou ler mesmo assim, tá ;P
Um dos meus prazeres inconfessáveis é grudar num best seller e só largar se a casa pegar fogo ou se a última página chegar. Os Bórgias (The Family, no original) é um romance histórico que levou 20 anos para ser pesquisado e escrito. Deve ser também porque nesse meio tempo o autor se distraiu escrevendo O Poderoso Chefão e os roteiros da trilogia para o cinema. Como diz a capa, é a história da “primeira grande família do crime”. Rodrigo Bórgia é um cardeal espanhol (pai de quatro filhos!) que se torna o papa Alexandre VI, um dos mais perversos da história. O cenário tem a Europa renascentista, a Inquisição e personagens contemporâneos como os Médici, os reis Fernando e Isabel de Castela, Michelangelo, Maquiavel e grande elenco. Daí para a frente o livro entrega o que promete: intriga da grossa em pleno Vaticano, incesto, assassinato, conspiração, sexo, alianças políticas, costumes de época esquisitos e desvios de personalidade ocasionados pelo poder momentâneo. Enfim, é a obra derradeira de um autor que merece um tipo de letra maior que o próprio nome do livro. Pode ser até acusado de algumas imprecisões, mas é um livrão. Se você se interessou, saiba que Milo Manara e Alejandro Jodoroswsky estão no segundo volume de uma trilogia de quadrinhos com o mesmo tema e aquelas mulheres nham-nham-nham que só o Manara consegue fazer. Mas esse é outro post.
esqueceu do rafael grampá q é brazuca tb mermão... vai vendo...
Wagner Brenner disse às 11:33 am
Mermão, não foi esquecimento, memo porque também tem a Becky Cloonam e o Vacilis Lolos. É apenas um destaque para a dupla Fabio e o Gabriel. Mas é justíssimo lembrar do Rafael Grampá.
HQ de Gabriel Bá leva mais um prêmio de peso « Update or Die disse às 9:09 am
[...] na categoria melhor nova série. Gabriel já havia sido premiado no Eisner Awards, como registramos neste post. Você pode conferir um pouco da arte de Umbrella Academy [...]