Um projeto chamado White Glove Tracking isolou a famosa luva branca do Michael Jackson e interferiu nela. De todas as versões, esta da luva gigante foi a que achei mais bacana. Ficou parecendo a luva branca de outro ícone americano: o Mickey Mouse.
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Clipe-delícia de Butterfingers, música do novo álbum do Bomb the Bass Ft. Fujiya and Miyagi. A direção é da Perish Factory.
Para assistir com uma qualidade melhor e não deixar passar nenhum detalhe, clique aqui.
Elas estão por toda parte. Are you ready boots?
The Fixx Boy George
Ouça agora todas as versões imagináveis (17!) (26!) (27!) (28!) de TBAMFW no Ouvidoria. Tem o seu número, com certeza.
UPDATE:
Operation Ivy
UPDATE 2:
Megadeath
(tks Marcelo Prais)
Não sou muito de Drum n’ Bass, mas malvado assim é irresistível. Ao apertar o botão mágico do YT abaixo você estará diante do palco da banda Australiana Pendulum [wkp], já considerada a maior banda de DnB de todos os tempos e que faz uma bombástica reunião de DJ e banda de metal, tudo tocado mesmo, baixo, guitarra, batera socada e o escambáu. Tocam no Skol Beats 2008. Mas faça o favor: nada de ouvir nas caixinhas de computador: fone ou caixa boa e som no talo.
Em Toronto, 1969, Jerry Levitan - então com apenas 14 anos - conseguiu com um gravador, arrancar esta histórica entrevista sobre a paz com John Lennon. 38 anos depois, o diretor Josh Raskin produziu esse motion com ilustrações de James Braithwaite e Alex Kurina. Genial.
Valeu Marquinho
A Fine Frenzy não vai mudar sua vida. Mas a talentosa vocalista Alison Sudol vale uma espiada. Apesar de existerem umas duzentas iguais, eu gosto de vocalistas, então não resisti colocar por aqui. Depois do jump Alison Sudol na sua participação em CSI NY e no palco com Brandi Carlile cantando o clássico de Elton John Goodbye Yellow Brick Road.
Richard Hawley faz um som deliciosamente simples e melódico, baladas que mais parecem lullabies, fazendo lembrar Roy Orbinson. Cara de trilha. Boa.
Video com Sven Vath, dj/produtor de longa data e mentor do selo e clube Cocoon, que fica em Frankfurt. Faz parte de uma série pra dilvugar as festas da Cocoon em Tokyo. Aqui o tema da entrevista é o impressionante design do clube. Além de outras coisas, conta com seis cocoons espalhados pelas paredes da pista, pro pessoal relaxar sem perder o que tá rolando na festa. Outra coisa interessante foi a extensão da marca à Cocoon Travel, oferecendo serviços de viagem pros alemães acompanharem as festas Cocoon ao redor do mundo.
Demais o game “Rolando”, para iPhone e iPod Touch, que vai ser disponibilizado a partir deste mês. Posso apostar que será uma mania dos usuários de iPhone. Abaixo, um teaser do joguinho, com a trilha maravilhosa “The Clapping Song”, gravada por Shirley Ellis:
Mais informações sobre o game, aqui, que utiliza o sensor de gravidade presente nos aparelhos para fazer toda a brincadeira.
O britânico Scott Hobbs desenvolveu esta plataforma que combina uma mesa de som com monitores touchscreen, resultando numa ferramenta bastante cool para dj nenhum botar defeito. Chamado de Attigo TT, o bacana é a capacidade de costumização que a ferramenta permite, tudo disponível ao toque na tela. Abaixo, vídeo demonstração com um aspirante a dj:
Criado pelo designer Omer Yosha, este instrumento musical utiliza uma matriz de teclas virtuais, cada uma ligada a uma programação MIDI. Possibilita amplas configurações e acréscimo de presets. Ainda em testes:
Quando eu era criança, tinha uma cara chamado Jean Michel Jarre, que fazia algo parecido, com laser [yt link].
Retomando a série bom dia, comece e semana com Depeche Mode. A banda surgiu como um produto do New Romantic britânico, mas rapidamente virou símbolo do eletro-pop dos anos 80. Aí vai Somebody.
Você, que conhece “Blackbird” (Paul McCartney, “Album Branco”, 1968), talvez já tenha se perguntado: afinal, que pássaro é esse? Oras bolas, é o melro (turdus merula). E talvez você já tenha se perguntado se existem outras versões dessa balada acústica. Pois é, quando fui atrás delas me deparei com uma infinidade de covers idênticos, a maioria sem dizer a que veio. Mas também encontrei várias gravações com idéias originais e moods diferentes:Beatles ensaiando / sobras de estúdioBobby McFerrinLos PirataJaco PastoriusCrosby, Stills & Nash em WoodstockBrad MehldauArturo SandovalBonzai RepublicCarly SimonWenche Losnegard e Morten Faerestrand
Sempre achei que as trilhas sonoras da nossa vida são importantes tanto pelos sons em si quanto pelas sensações que criam. Algumas nem música são e isso não importa. Trilha sonora de vento eu acho que remete a liberdade, de grilo (suave) ou de sapo (preferencialmente martelo) é natureza para mim, fogos de artifício expressam alegria. Por isso, ando irritada com o uso indevido dado aos fogos de artifício perto da minha casa. Ontem, no 1×0 da seleção olímpica sobre o combinado carioca, jogo que eu ignorava solenemente, soltaram rojões. Dez dias atrás, nos jogos classificatórios para a Copa da seleção principal contra Paraguai e Argentina, idem. Eu não consigo entender os motivos de alegria e celebração. Acontece também perto da casa de vocês? Tracei algumas hipóteses (descartei os santos juninos, o vôlei e o basquete, porque os dias/horários não batiam) e queria saber se alguém me ajuda a desvendar o mistério:
- O pessoal acha que rojões atraem sorte (mas no primeiro dos três jogos citados isso já devia ter caído por terra, né?)
- Os fogos foram comprados mesmo, não vamos desperdiçar (mas por que compraram in the first place? E não tem data de validade, tem?)
- São esses momentos especiais pai e filho, de compartilhamento (mas o que o filho está aprendendo sobre o pai e sobre a vida nessas circunstâncias?)
- Virou estratégia de auto-consolação (mas isso é um desrespeito às tradições, protesto)
- O dono de uma fábrica de fogos de artifício, como a Apollo, é meu vizinho e se preocupa em fazer marketing o tempo todo.
- Parentes dos jogadores (ou do Galvão Bueno) moram por aqui e querem prestigiar a família ou, pelo menos, elevar o moral das crianças da família. (Soltaram quando o Galvão falou “agora estou vendo fome de jogo!”)
- São parentes do Dunga. Não, esses ficariam quietinhos…
- Foram, em ordem cronológica, um paraguaio, um argentino e um carioca que soltaram os fogos (essa é uma hipótese boa, mas será que meu bairro é tão cosmopolita?)
- Eram motivos pessoais em cada caso, mera coincidência (mas seria randomicismo demais…)
- Estão usando os rojões como algumas tribos usam tambores, para se comunicar. Alguém conhece o código dos fogos de artifício para SOS?
Saiu o resultado da PodPesquisa, a maior pesquisa nacional sobre o perfil dos assinantes brasileiros de Podcast. Foram 45 dias de pesquisa coletando dados de 436 assinantes diferentes, a divulgação foi feita por alguns podcasters pedindo aos assinantes que preenchessem o formulário de 35 questões. Essa foi um projeto da ABPod (Associação Brasileira de Podcasters).
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