Via S&H.
Arquivo para updates sobre 'Uncategorized'
Sabe aqueles arquivos de power point que você recebe aos montes, com mensagens de auto-ajuda, fotos de paisagens e bebês dormindo em cestinhas de vime? Pois é. O Music & Life é uma animação bobinha que diz a mesma coisa, só que de um jeito bem mais legal.
Quando o Roger Rabbit surgiu, foi um auê. Primeiro, porque era legal pacas. E depois, porque os produtores conseguiram juntar gente da Disney com gente da Hanna Barbera. Aqui neste post temos a grande luta de piano entre Patolino e Pato Donald, os dois executando “Hungarian Rhapsody”. Sensacional. Sem contar que o Roger era casado com a Jessica. Uia ! Quando perguntada o que ela, uma lindona, fazia com um coelho, ela disse: “gosto dele porque ele me faz rir”. Ou seja: toca a fazer piada, moçada ! Feio engraçado tem chance !
Primeiro foi a Y&R, que substituiu seu site “oficial” por um blog powered by Updaters. Depois vieram o Banco Real e a HSM. E agora é a vez de uma das maiores agências de promoção (e de não-promoção também) do País, a Bullet, sair rasgando em posts próprios em plataforma com conteúdo cruzado com o nosso Update or Die. E aguardem que o nosso blog na Trip vem aí.
Outra notícia fresquinha de hoje na ZDNet: Segundo a ComScore, o Facebook ultrapassou o MySpace em número de visitantes únicos (123.9 milhões X 114.6 milhões) e pageviews (50.6 bilhões X 45.4 bilhões) em um único mês. Já faz algum tempo que o crescimento do Facebook vinha sendo mais consistente que o do seu rival e para muitos essa liderança era só uma questão de tempo.O relatório também confirma que grande parte do sucesso recente da comunidade do Mark Zuckerberg, que o transformou numa “genuine Silicon Valley sensation”, foi a estratégia acertada de abrir sua plataforma para qualquer desenvolvedor criar aplicativos das mais variadas utilidades (algo como a Apple fez com o SDK do iPhone em março e que mostrará seus resultados agora em julho com o lançamento da AppStore).Agora é aguardar para que movimentos o MySpace, ainda de longe a maior social network dentro dos EUA, fará para tentar readquirir sua liderança globalmente.
Sempre achei que as trilhas sonoras da nossa vida são importantes tanto pelos sons em si quanto pelas sensações que criam. Algumas nem música são e isso não importa. Trilha sonora de vento eu acho que remete a liberdade, de grilo (suave) ou de sapo (preferencialmente martelo) é natureza para mim, fogos de artifício expressam alegria. Por isso, ando irritada com o uso indevido dado aos fogos de artifício perto da minha casa. Ontem, no 1×0 da seleção olímpica sobre o combinado carioca, jogo que eu ignorava solenemente, soltaram rojões. Dez dias atrás, nos jogos classificatórios para a Copa da seleção principal contra Paraguai e Argentina, idem. Eu não consigo entender os motivos de alegria e celebração. Acontece também perto da casa de vocês? Tracei algumas hipóteses (descartei os santos juninos, o vôlei e o basquete, porque os dias/horários não batiam) e queria saber se alguém me ajuda a desvendar o mistério:
- O pessoal acha que rojões atraem sorte (mas no primeiro dos três jogos citados isso já devia ter caído por terra, né?)
- Os fogos foram comprados mesmo, não vamos desperdiçar (mas por que compraram in the first place? E não tem data de validade, tem?)
- São esses momentos especiais pai e filho, de compartilhamento (mas o que o filho está aprendendo sobre o pai e sobre a vida nessas circunstâncias?)
- Virou estratégia de auto-consolação (mas isso é um desrespeito às tradições, protesto)
- O dono de uma fábrica de fogos de artifício, como a Apollo, é meu vizinho e se preocupa em fazer marketing o tempo todo.
- Parentes dos jogadores (ou do Galvão Bueno) moram por aqui e querem prestigiar a família ou, pelo menos, elevar o moral das crianças da família. (Soltaram quando o Galvão falou “agora estou vendo fome de jogo!”)
- São parentes do Dunga. Não, esses ficariam quietinhos…
- Foram, em ordem cronológica, um paraguaio, um argentino e um carioca que soltaram os fogos (essa é uma hipótese boa, mas será que meu bairro é tão cosmopolita?)
- Eram motivos pessoais em cada caso, mera coincidência (mas seria randomicismo demais…)
- Estão usando os rojões como algumas tribos usam tambores, para se comunicar. Alguém conhece o código dos fogos de artifício para SOS?
Apesar do nome um tanto quanto pornográfico, o Rasterbator é um aplicativo online que faz algo muito interessante. Você manda uma foto e ele transforma em um megaposter reticulado. Depois é só imprimir trocentas folhas (em A3 ou A4, pode escolher) e pronto. Rápido, legal e decorativo.
Quem é publicitário e tem blog há muito, muito tempo, já dizia que a ferramenta tem um potencial gigante para manter relacionamentos entre marcas e pessoas. Perdi a conta de quantas vezes tentei incluir blogs em estratégias de comunicação (desde 2002, imaginem). A resposta era sempre a mesma: 1) isso é coisa de moleque; 2) isso não tem credibilidade nenhuma e, certamente a mais famosa, 3) vão falar mal da minha empresa.
Ainda esbarro com algumas dessas respostas eventualmente, mas posso dizer que a coisa mudou bastante. Tanto é que alguns atendimentos já chegam na agência com o job assim:
“o clinete quer vender mais produtos. tEMOS QUE FAZER: campanha (ver mídias job passado), convençaõ de vendas e alguma coisa na Internet. Viral ou blog, tem que ver…”
Está começando uma das semanas mais improdutivas do calendário anual da propaganda. Primeiro porque é difícil se concentrar naquele job de lançamento imobiliário enquanto saem os resultados do prêmio mais importante do mercado, o Festival de Cannes, que vai até sábado. Segundo porque o seu diretor de criação provavelmente foi pra lá e você está tão à toa quanto ele. Aproveite então e dê uma olhada nesse videozinho que eu fiz sobre o Festival pra você entrar de vez no clima da Riviera Francesa. Depois disso é só convencer as atendimentos a fazerem top-less.
Acaba de chegar nas locadoras o “Into the Wild”, história de um moleque americano que se rebela contra os pais e sai andando pelo mundo até ir parar no Alaska. Dizendo assim, parece clichê no úrtimo. Mas a mão do diretor, o Sean Penn, conserta a coisa e temos um filme lindjo, e também meio casca. A história é triste e verídica, e em nenhum momento o filme amacia pra platéia. Chega a dar pedra no rim de tão bonito. Chega a dar dor de cabeça de tanto segurar o choro. Neste vídeo aí embaixo, algum morador do Alaska vai, em pleno verão (estava tipo oito graus), de motoca até onde o moleque morou de verdade durante meses. Um ônibus largado no meio do mato. Vale lembrar que o Sean Penn dava uns tabefes na Madonna e foi o presidente do Júri de Cannes em 2008. Moral.
Tive o privilégio de trabalhar ao lado do Lusa durante alguns anos, na época de McCann. Privilégio não apenas por compartilhar seu talento como redator (por pragmatismo) e escritor (por vocação), mas também pelo delicioso convívio em meio a tiradas geniais e Lusísses a cada 5 minutos. Sua penúltima peripécia, das boas, foi escrever o roteiro do longa “Estômago”. A última foi me perguntar por quê não tinha ninguém escrevendo sobre cinema no UoD. Agora tem. Bem-vindo Lusa.UPDATE: abaixo, Lusa conta para Lorena Calabria como não ficar paranóico.
Hoje aconteceu o primeiro dia do Fórum Mundial de Marketing e Vendas com alguns dos maiores pensadores da atualidade. Uma das pessoas mais interessantes, na minha opinião, foi Andrew Lippman que é simultaneamente, cientista, homem de marketing e professor do MIT, onde fundou o Media Lab. Lippman participou do desenvolvimento de padrões MPEG de áudio e também dirige o programa “Vida Digital”, que explora o impacto dos bits na expressão pessoal, social e econômica. Criador do programa de Comunicação Viral, ele acredita que o futuro será determinado pelos estilos de vida e o consumidor terá ainda mais poder para configurar, ao seu gosto, tudo o que é produzido. Abaixo o podcast feito com ele durante o evento.
Aqui você pode ler a cobertura da apresentação de Lippman sobre “Sociedade Virais e Arquiteturas para o Futuro“.
Se você quer mudar de operadora, está preso por contratos e a troca vai lhe custar uma multa, esse problema pode ser resolvido com os serviços do cellswapper.com. O site americano funciona como um intermediário entre quem quer se livrar de uma linha e outra pessoa que assume seu contrato, fica com aparelho antigo e todo mundo sai ganhando.

