Vai pensando aí: aborto
por Wagner Brenner em 28 de Fevereiro de 2008 às 2:53 pm
Update!
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Jojo disse às 12:51 pmSou totalmente CONTRA o aborto! Tenha o filho. Qdo nascer, pegue um porrete e bata com ele bem forte na cabeça. Pronto. O bebê morreu! Vc faria isso? Vai pensando aí... -
João Bosco disse às 2:47 pm[comentário retirado] -
Neto disse às 4:50 pmeu também não gosto da argumentação do filme. acho, inclusive, que a questão merece ser tratada de maneira mais pragmatica e menos "criativosa". mas não acho que, porque é crime hoje, a questão não mereça ser discutida. o aborto é um crime, mas é direito [e dever] da sociedade questionar suas próprias leis, até para assegurar-se que elas ainda refletem o desejo da maioria. -
Wagner Brenner disse às 6:28 pmComentários ofensivos a autores, comentaristas ou leitores serão retirados. Tem uma opinião? Garanta que seja lida por muitos, discordando elegantemente. -
Laura disse às 6:52 pmBrilhante Jojo. O problema é que as pessoas baseiam-se no velho:"O que os olhos não vêem o coração não sente." Sou mulher e sou contra o aborto... A gente tem mania de reivindicar o que é imediato: Legalizem o aborto! Cotas para negros(não vou entrar nesse mérito)! Pensar na verdadeira solução para os problemas dá preguiça né?! -
João Bosco disse às 1:20 amNot cool Wagner, not cool. E olha que é opinião. Ofenciva? só ser for contra a sua, numa boa, ja vi de tudo aqui no UoD, muito mais obsceno, inclusive. Desse jeito vai virar update apenas para updaters. Você sabe que estou falando a verdade. Estou de cara com essa retirada. Ofencivo é esta atitude. -
Neto disse às 11:36 amAh João Bosco... Não tenho procuração do Wagner para defender o UoD. Foi você mesmo quem, elegantemente, comentou (no post sobre o filme Once), que "opinião é como bunda". Só que o UoD não é pinico. Em resumo: Você é livre para se expressar por aqui, em termos de conteúdo. Com relação à forma, para não ser removido, mantenha a elegância. E ofensivo é com s. -
Wagner Brenner disse às 12:02 pmJoão, seus comentários e opiniões são (como sempre foram) bem-vindos. O motivo da retirada do seu comentário não tem nada a ver com a sua opinião, mas sim com a maneira ofensiva como você escreveu. A maioria dos blogs que aceitam comentários usam moderação (seu comentário passa por uma avaliação antes de ser publicado). Aqui, faço um esforço enorme para não fazer isso, porque acredito que os leitores queiram se expressar sem delay algum. Me dá um trabalho danado, preciso ficar de olho o tempo todo. Portanto, o jeito mais fácil de garantir que sua opinião fique registrada é justamente não deixando que a coisa descambe para o bate-boca. Senão vira zona. Seus comentários são relevantes, espero que você tenha compreendido e continue participando. Um abraço. -
Wagner Brenner disse às 12:44 pm;) -
Mandaleite disse às 3:42 pmConcordo com o Jojo e a Laura. Trata-se de um filme apologético bastante superficial. A questão de MATAR o próprio filho não é algo que deva ser tratado com tanta leviandade. Fizeram um elo entre o erro de cometer aborto com uma situação posterior que é o fato da punição para quem o comete. Conviver com este fato o resto da vida não deve ser fácil, imagino. O mundo caminha a passos largos para a perdição mesmo. Achar que podemos viver conforme a nossa própria convicção moral e ética é incitar o anarquismo. Pra que leis? Pra que religião regulando comportamentos? Deixam Jesus de lado das decisões, e num dia como, por exemplo, 11 de setembro mais uma pergunta vem à cabeça: "Como Deus permite que isso aconteça?". Muito incoerente. As pessoas fazem o que querem, como querem, quando querem e a solução para seus desvios é proporcional à vida moderna desregrada: "Engravidou? Mata!". Eu sou a favor da vida, EM TODOS OS CASOS! A mulher tem direitos e o bebê também. Deixe nascer e doe a criança. A lista para adotar recem nascidos é imensa. -
Julio disse às 3:26 pmBom ou ruim. A favor ou não. O objetivo do filme é gerar discussão. Fazer as pessoas pensarem. Vendo deste ponto, o filme é bastante eficaz. -
Karen disse às 2:41 pmEsse filme tem muitos méritos. Um deles é cumprir, do ponto de vista técnico, a maior tática para legalizar o aborto em qualquer lugar: não ser totalmente sincero. Primeiro veste uma posição neutra de que o IPAS não levanta nenhuma bandeira nesta causa. Nada mais falso. O IPAS é uma das maiores organizações que promovem o aborto no mundo inteiro, especializada em treinar aborteiros em países onde o aborto é ilegal. No nosso país ele treina esses médicos no hospital do Jabaquara para a aspiração manual intra uterina, técnica de sucção que destroça o feto. E recebem muito dinheiro norte-americano para isso. Segundo, novamente sob a faixada da neutralidade, cria-se um jogo de perguntas para chegar num resultado comum que levaria, segundo a opinião das pessoas, à própria descriminalização do aborto, maior argumento para a legalização da prática. "Sou contra o aborto, mas também contra a criminalização". Ora, se não há crime, logo se torna legal. Portanto, logo se vê que nada há de neutro na campanha. Mas traveste-se de neutro para não cair no crime de apologia ao crime. Nem o IPAS, nem a Santa Clara são tão ingênuos para se posicionarem as claras nisto. Querer criar um debate sobre o aborto sob o pretexto democrático é não saber precisamente nem o que é debate, nem democracia. Se sabemos que o nascituro é um ser humano (pois não é um sapo ou uma coisa, é da nossa espécie e tem um coração pulsante), se sabemos que todos para chegarmos aonde chegamos tivemos de passar por essa fase, não há o que discutir. Não vemos por aí pessoas convocando debates sobre a descriminalização do assalto, nem do sequestro (nem se pretende diminuir a mortalidade paterna por crimes maus feitos). Não se debate negociar uma vida humana, ainda mais na sua fase mais indefesa. Se sabemos que democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo, mas excluímos o povo ainda por nascer, não estamos numa democracia, mas num regime totalitarista.
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Estilo & Comportamento
(tks Karen Sebatinelli, via drop post)
Video curto, mas certeiro, sobre uma questão prá lá de polêmica: o aborto. Vai pensando aí. Se já pensou, fala.

