Bem-vindo(a) ao Updaters - Alameda Mamoré, 535 Alphaville - Barueri - SP (11) 4166.5701 / wagnerbrenner@gmail.com



Os 3 modelos de decisão

(via UoD HSM)

Embora valha a pena ler o artigo inteiro do Mintzberg, que até detalha um workshop para fazer os funcionários usarem os três modelos de decisão, vou adiantar aqui quando cada modelo funciona melhor, com seus pontos fortes e fracos:

01. “PRIMEIRO PENSE” funciona melhor quando temos uma questão clara, dados confiáveis, o mundo estruturado, quando nossos pensamentos podem ser controlados e a disciplina aplicada, como em um sólido processo de produção.

02. “PRIMEIRO VEJA” é necessário quando muitos elementos precisam ser combinados para se chegar a soluções criativas e o comprometimento com elas é fundamental, como no lançamento de um novo produto. A organização precisa fugir do convencional, estimular a comunicação através das fronteiras, furar bloqueios cerebrais e empenhar tanto o coração quanto a cabeça

03. “PRIMEIRO FAÇA” é preferível em situações inusitadas e confusas, em que as coisas precisam ser resolvidas. Normalmente, é o caso de um novo setor –ou de um antigo que tenha sido lançado no caos por uma nova tecnologia.

NE: acrescentei um video para ilustrar o processo de decisão.

8 Respostas para “Os 3 modelos de decisão”


  1. Icone Gravatar 1 Raquel Costa

    Parece que o “PRIMEIRO FAÇA” é o mais indicado para quase todas as atividades da época em que vivemos: situações inusitadas e confusas, em que as coisas precisam ser resolvidas… (rs)
    Vale a pena ler a integra do artigo!
    O filme é muito interessante, é bem no estilo se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

  2. Icone Gravatar 2 Jorge Carvalho

    Hoje ouvi uma que gostei. O mais importante em algumas situações é esquecer completamente o passado. Com a internet acontece mais ou menos isso, querem aplicar receitas e maneiras de pensar antigas a algo completamente novo.

  3. Icone Gravatar 3 Raquel Costa

    Oi Jorge,

    É a pura verdade. Fico impressionada com a presença de espírito que Mcluhan teve quando há 30 anos fez suas previsões sobre o futuro dos meios de comunicação. E em uma conferência pública proferida em 1966 (isto mesmo) na Galeria de Arte Kaufmann, em Nova York, ele cita a dificuldade que humanidade tem em perceber o momento presente:

    “É típico em nossa orientação retrovisora que olhemos para todas essas novas tecnologias como se fossem reflexos da velha tecnologia. Pois Deus sabe há quanto tempo as pessoas, ao se deparar com cada nova tecnologia, a retraduzem para a tecnologia antiga, familiar.
    Todos vocês conhecem exemplos disso. Os primeiros automóveis foram feitos com porta-chicotes…”

    Consegue imaginar? Então, diariamente nos deparamos com pessoas e empresas que vivem a “síndrome do retrovisor”.

    That’s life!

  4. Icone Gravatar 4 David R

    alguém pode me emprestar o artigo para ler? eu devolvo.
    :)

  5. Icone Gravatar 5 Adriana Salles Gomes

    É mesmo, Raquel, eu já havia aprendido e esquecido essa história do porta-chicotes nos carros. Se bem que, agora, o que a gente precisava talvez, pelo menos em São Paulo, era retomar o transporte a cavalo. Eu pelo menos ia adorar…Sobre esquecer o passado, Jorge, é a própria aplicação do budismo nos negócios: o budismo recomenda viver só o presente, argumentando que nem passado nem futuro existem. Mas, voltando à vaca fria, acho que existe ainda, sim, espaço para os três modelos de decisão do Mintzberg.

  6. Icone Gravatar 6 Jorge Carvalho

    David R, me mande um e-mail no jcarvalho @ hsm.com.br com seus dados que te envio a revista. Abraço

  7. Icone Gravatar 7 mimi petista

    entendi nada

  1. 1 Desconstruindo Mintzberg (e as decisões) « Update or Die

Leave a Reply





Close
E-mail It