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Brand Experience: TAM Kids

Bem, está no fim das férias e da ação (que vai até dia 31). Mas apenas no último final de semana descobri, casualmente e in loco, esta ação da TAM no Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo. Achei interessante pois voar é algo fascinante, desde a infância, para a maior parte das pessoas. E cultivar isso - e o vínculo com a marca - desde cedo parece ser uma idéia inteligente.

A ação que promove experiência com a marca sem sair do solo envolve um espaço voltado para crianças de 4 a 11 anos no meio do shopping. Com toda uma cenografia em torno do tema aviação, as crianças têm contato com um comandante e uma comissária de bordo, recebem explicação sobre os princípios básicos de vôo e os equipamentos e podem simular um vôo em pequenas cabines. Ao final cada criança recebe brindes e se certifica como um “capitão kid”: com o crachá feito assim que chega ao espaço, ela pode ajudar os comissários em futuros vôos com a TAM.

Encontrei no YT um vídeo não oficial que mostra um pouco o espaço. Confiram abaixo:

obs. Li na Internet uma série de críticas em relação ao timing da ação que acontece exatamente um ano após o grave acidente aqui na capital paulista que fez 199 vítimas. Independente de ser um período propício (férias escolares), talvez o momento pudesse ter sido outro mesmo.

9 Responses to “Brand Experience: TAM Kids”


  1. Gravatar Icon 1 Gustavo

    O que anda acontecendo com o You Tube? Alguém sabe? A grande maioria dos vídeos postados aqui no Update ficam “no longer available”. Até os mais fresquinhos.

  2. Gravatar Icon 2 Paula Rizzo

    O deste post especificamente está rodando.O que occorre é que muitas vezes as pessoas publicam sem autorização e os donos dos direitos pedem a suspensão do filme - e muitas vezes da conta do usuário - no YT

  3. Gravatar Icon 3 Neto

    Paulinha,
    Resolver as pendências judiciais com as famílias dos acidentes poderia ser uma ação bem mais eficiente para a marca. Mas custaria bem mais caro.

  4. Gravatar Icon 4 Wagner Brenner

    Gustavo, a Paula tem razão. Os videos que aparecem aqui são apenas atalhos para os originias no YT. Saiu lá, sai aqui. Muitas vezes, o próprio YT muda a URL e o video não fica mais disponivel. Mas procuramos atualizá-los sempre que descobrimos um broken link.

  5. Gravatar Icon 5 Rodrigo Leme

    Oi Paula, não concordo com o assunto “timing da ação”. A TAM é uma empresa que não pdoe parar suas operações por causa do acidente do ano passado. É frio, mas é a verdade. O assunto acidente é tratado em foro apropriado, e a empresa não pode deixar de executar suas ações com medo de como vai ser a reação das famílias da vítimas.

    Isso se potencializa se levarmos em conta que a ação junto às crianças é extremamente relevante, coerente com o período de férias. Feio seria fazer uma campanha para esconder o que aconteceu em Congonhas, ou para divulgar informações falsas sobre o acidente.

    Uma empresa privada que falha é responsável pelos seus erros, e justiça + opinião pública estão para dizer o quanto, mas não deve pagar mais do que deve por isso.

  6. Gravatar Icon 6 Eduardo Marques

    Concordo com o Rodrigo. A TAM tem que fazer tudo ao seu alcance para sanar todas as pendências judiciais com as famílias das vítimas, mas a empresa não pode parar de fazer o “resto” por causa do acidente.

    Se ela fizesse a ação no final do ano (outro período de férias), iam falar que era falta de respeito pois a ação estava acontecendo um ano e meio após o trágico acidente…

  7. Gravatar Icon 7 Paula Rizzo

    Rodrigo, estou totalmente de acordo com o Neto quando ele diz que do ponto de vista das famílias o melhor talvez fosse acertar as indenizações e acho, assim como você, que cada coisa deve ter o seu espaço.

    Mas não dá para deixar de lado o fato de que um acidente como este é uma ferida aberta na vida da cidade e de todos os paulistanos. Não afeta apenas os familiares.

    A ação é muito bacana, por isso o post. Mas se eu estivesse no board da TAM talvez escolhesse outro momento para implementar. Mas isso é uma questão de opinião mesmo, do meu modo de sentir e entender as coisas.

    ; )
    Paula

  8. Gravatar Icon 8 Bruno

    O espaço é genial e a idéia brilhante.

    Uma pena que não posso dizer o mesmo do staff.

    Estive nas últimas semanas no shopping, e em pleno sábado, em torno das 15h, duas monitoras entraram no elevador, que estava cheio, reclando (e muito) em voz alta das crianças, do quanto elas eram mal educadas e insuportáveis. Também comentavam abertamente sobre as maneiras de burlar as crianças dentro do espaço.

    Para uma empresa que preza tanto sua imagem instuticional, a seleção e monitoração da equipe de recreação deveria ter sido mais cautelosa.

  9. Gravatar Icon 9 Marcio

    Será que a questão do momento da ação não poderia ter sido resolvida adotando a posturta de manter a cidade de São Paulo fora de ações como esta, por um período mais longo que um ano e ter sido feita em outras capitais menos não afetadas diretamente pelo acidente? Talvez assim a empresa resolveria os dois problemas, o de respeito as famílias das vítimas e o de fixação da marca, só que em outro local, como talvez o Rio ou Curitiba ou outra qualquer, já que se trata de uma empresa de âmbito nacional. Acredito que o simples fato de dizer a empresa não pode parar, em si só é muito duro, mas acho que se as pessoas responsáveis pela ação procurassem soluções para atender ao momento delicado, conseguiriam êxito sem ferir os atingidos pela tragédia.

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