Sabe que eu já aprontei algumas dessas, talvez apenas com um pouco menos de esdruxulice (hã?) e um pouco mais de ineditismo. Mas eu faço o mea culpa mesmo assim. Afinal, eu sou publicitário também, e ser publicitário é humano, e chega uma hora que a gente fica sem assunto e acaba apelando. Mas pelo menos, nas que eu fiz, uma coisa tinha alguma coisa a ver com a outra.
Me refiro, kid, ao uso indiscriminado que a publicidade vem fazendo, nos últimos tempos, de assuntos que até então transcorriam tranquilamente pelos cantos da cidade sem serem interrompidos pelos sapatênis da publicidade. Nesse vídeo, que atingiu o ápice da manezice (aliás, existe essa palavra?), eu consegui ficar com vergonha do apresentador, do convidado, da ideia, da marca de celular, dos caras que tiveram essa ideia, das minhas próprias tatuagens (por azar, um dragão e uma âncora), do cara que fez as minhas tatuagens, da Kombi e até do Grilo (no outro vídeo do post original, da Brisa), que é meu amigo e é gente boa. Vai Grilão!!
