Kleber Mendonça Filho homenageia o gênero inserindo curtas dentro do seu longa porque o cinema é a razão dele próprio enquanto criador e espectador de ter memória.
A evolução da representação de seres artificiais no cinema reflete não apenas o avanço tecnológico, mas também as transformações culturais e sociais ao longo do tempo nesta relação ser humano-máquina, desde o fascínio e o medo em relação à automação até a complexidade das relações emocionais entre humanos e inteligências artificiais.