A Lego surpreendeu o mundo ao anunciar na CES 2026, o Smart Brick, seu produto mais ambicioso em 50 anos. À primeira vista, parece um tijolo 2×4 comum, mas por dentro há um computador completo, com sensores de movimento, microfone, luzes, sons e conexão Bluetooth mesh. Isso permite que os blocos interajam entre si e com peças especiais, criando efeitos como sabres de luz que zumbem, motores que rugem e blasters que brilham.

O que há de novo
- Tecnologia embutida: sensores, luzes e sons integrados.
- Conexão inteligente: comunicação entre blocos via Bluetooth mesh.
- Integração com NFC: ativa efeitos em minifiguras e tiles especiais.
- Chip minúsculo: menor que um stud, mas poderoso.
- Carregamento sem fio: projetado para durar anos.

Primeiros lançamentos
Três sets de Star Wars chegam em 1º de março:
- TIE Fighter – US$ 70
- X-Wing – US$ 100
- Throne Room – US$ 160
Nem todos estão empolgados
Apesar da inovação, muitos fãs têm criticado o Smart Brick. Entre os principais pontos negativos levantados:
- Preço elevado: os sets ficaram mais caros, e colecionadores temem que isso afaste parte do público.
- Perda da essência: fãs tradicionais acreditam que a magia da Lego está na simplicidade da construção, sem necessidade de tecnologia extra.
- Forçada integração tecnológica: alguns enxergam o Smart Brick como um “gimmick” que pode comprometer a experiência clássica de montar.
- Impacto em coleções: colecionadores de Star Wars temem que os sets UCS e edições especiais sejam afetados pela obrigatoriedade da nova tecnologia.
O Smart Brick representa uma tentativa ousada da Lego de unir nostalgia e inovação. Para alguns, é o futuro da brincadeira; para outros, um risco de descaracterizar a essência que tornou a marca tão amada. O debate está aberto: será que a Lego acertou ao apostar nessa evolução tecnológica, ou está indo longe demais?