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Esquiar nos Alpes Suíços: quem anima?

A solução mais simples é ativar, antes de partir, um eSIM Holafly para a Suíça, um eSIM internacional para viajar com internet móvel ilimitada.
Esquiadores em montanha nevada com picos alpinos Esquiadores em montanha nevada com picos alpinos

Sim, a Suíça é cara, não vamos te enganar quanto a isso. Mas há destinos que, depois que você os vive, deixam de ser medidos em euros e passam a ser medidos em lembranças. Descer uma pista com o Matterhorn à frente, chegar a um refúgio com as botas encharcadas e pedir um chocolate quente enquanto neva lá fora… isso não é algo que qualquer lugar oferece. E, com um pouco de planejamento, os Alpes suíços ficam bem mais acessíveis do que parecem.

Chegar, se locomover e não ficar sem sinal no meio da neve

O primeiro detalhe que passa despercebido e que depois incomoda mais do que o necessário é a conectividade. A Suíça não faz parte da União Europeia, então o roaming da operadora que você escolheu para a sua eurotrip pode disparar sem você perceber. A solução mais simples é ativar, antes de partir, um eSIM Holafly para a Suíça, um eSIM internacional para viajar com internet móvel ilimitada que começa a funcionar assim que você pousa; sem surpresas na conta, sem precisar procurar Wi-Fi nos teleféricos.

Resolvido isso, o transporte é onde a Suíça realmente se destaca. A rede ferroviária do país é uma maravilha em termos de pontualidade e cobertura, e o Swiss Travel Pass, que cobre trens, ônibus e barcos, em muitas estações de esqui também inclui acesso aos teleféricos. É aconselhável comprá-lo antes de chegar, pois costuma sair mais barato, e ter internet desde o primeiro momento permite consultar horários ou reservar assentos sem depender do Wi-Fi do hotel.

Entre vilarejos alpinos como Grindelwald, Verbier ou St. Moritz, os trens panorâmicos já são uma experiência por si só. O Glacier Express, por exemplo, liga Zermatt a St. Moritz atravessando paisagens que parecem saídas de um cartão-postal. Às vezes, o trajeto é o plano do dia.

Esquiar sem que a carteira chore

Com o transporte e a conexão resolvidos, é hora de falar da despesa mais importante da viagem: os forfaits. Reservá-los com semanas de antecedência pode representar uma economia de 20% a 30%. Em estações como Laax ou Engelberg, também são oferecidos passes de vários dias, que acabam sendo bem mais econômicos do que comprar ingressos diários na hora.

Onde mais se nota a diferença? No alojamento. Ficar em vilarejos do vale, como Täsch, logo antes de Zermatt, ou na própria Grindelwald, pode custar bem menos do que ficar na estação, e os acessos de trem ou teleférico são rápidos e frequentes. O que você economiza no hotel pode perfeitamente pagar um dia extra de esqui.

E depois há a comida. Os restaurantes nas pistas ao meio-dia são, de longe, os mais caros. Por isso, levar um sanduíche do alojamento ou procurar os refúgios onde os locais comem é uma grande ajuda. Um fondue no vilarejo à noite sai pela metade do preço que na montanha, e quase sempre tem um sabor melhor.

Portanto, sim, esquiar nos Alpes suíços não é um privilégio inalcançável. É, acima de tudo, uma questão de reservar com antecedência, se hospedar no vale, comer onde os moradores locais comem e resolver os detalhes práticos, como a cobertura de celular, antes de partir. Quem chega preparado pode se concentrar em aproveitar a neve, a paisagem e aquela sensação de que, sem dúvidas, o esforço valeu a pena.