O empoderamento de uma classe criativa independente que monetiza o compartilhamento de suas paixões online representa uma mudança de paradigma no mercado de influência digital
Ostentação, luxo, riqueza... Sim, é muito comum que as pessoas usem as redes sociais para inflamar seu “ego” e causar admiração e inveja a quem os acompanha. Para exibir produtos caros, por exemplo, vale tudo: desde permuta à negociações para usar bens de outra pessoa como se fosse de si próprio.
Quando entrei pela primeira vez em uma ilha de edição e vi aqueles monitores gigantes para todos os lados, e outros tantos equipamentos que eram necessários para finalizar um filme publicitário, pensei "daqui ninguém me tira".