A OpenAI lançou o GPT-6 Astra em 3 de setembro de 2026. Em uma frase: a IA agora consegue usar o computador por você. Abrir site, preencher tela, rodar tarefa do começo ao fim. Rápido.
O que o Sam Altman falou
No dia do lançamento, Sam Altman, CEO da OpenAI, comentou o vídeo oficial e disse que esse é o vídeo favorito dele da empresa até agora. Que o deixa empolgado com o futuro.
A frase do anúncio é direta: qualquer coisa que você faz no computador, o Astra faz por você. Rápido.
O que muda de verdade
Até agora a IA conversava bem e ajudava a escrever. O Astra vai além: ele opera a tela. Pode navegar, clicar, organizar planilha, montar apresentação, mexer em código.
Menos “me diga o que fazer”. Mais “faz isso pra mim”.
Para quem trabalha com marca, agncia ou marketing, isso importa porque a ferramenta passa a executar o trabalho digital, não só sugerir texto.
Por que a OpenAI apertou o freio
A própria OpenAI diz que esse modelo ficou forte demais em segurança digital. Em português claro: ele consegue achar buracos em sistemas e explorá-los sozinho, sem alguém guiando cada passo.
Por isso a empresa apertou as regras e limitou as funções mais sensíveis no começo do lançamento. Não é discurso de medo. é a OpenAI admitindo que o bicho cresceu — e que precisa de trava.
Quem já pode usar
No começo, o acesso fica com clientes enterprise do programa Daybreak, ligado à área de segurança digital. Nos próximos dias abre para Plus, Pro, Business, Enterprise, API e AWS. Também tem o Astra Pro para planos Pro, Business e Enterprise.
No briefing, Greg Brockman, presidente da OpenAI, falou que daqui a alguns anos a gente pode olhar pra trás e dizer que a era da AGI começou por aqui. Fechou com: “Welcome to the AGI era.”
Preço na API
Na API, o valor citado na cobertura ficou em torno de US$ 10 por milhão de tokens de entrada, com a saída mais cara que no GPT-5.6 Sol. O teste de verdade vem agora, quando mais gente colocar o modelo pra trabalhar.






