A coisa mais revolucionária que nós mulheres podemos fazer por nós mesmas é reencontrar uma zona de conforto - mesmo que o preço para isso seja o desconforto das pessoas ao nosso redor.
As lovemarks precisam acompanhar o zeitgeist. Talvez, elas precisem evoluir para Crushmarks, que entendem que seu relacionamento com as pessoas é passageiro e que precisam manter o encantamento sempre em alta.
Um ano depois, o que já aprendemos? Que reflexões podem ser feitas sobre a adoção do home office? Veio para ficar ou vamos voltar ao modelo tradicional? Como serão os escritórios no pós-covid?