"A felicidade já não é a consequência do consumo de um produto, ela é o próprio produto; a felicidade deixa de ser uma emoção para ser um modelo de subjetividade especifico e normativo alimentando(-se de) uma indústria construída para vender um ideal utópico e infindável."Reflexões sobre o livro Happycracia, de Eva Illouz e Edgar Cabanas.
Na interseção entre música e negócios globais, como uma banda icônica de rock, com mais de 50 anos de carreira, reafirma seu valor no mercado ao vender sua marca e ativos por impressionantes 300 milhões de dólares
No turbilhão de informações, destaca-se a voz autêntica das relações públicas (PR), uma peça fundamental desde o início da criação de campanhas que buscam transcender a efemeridade do mundo digital.