O mais importante nesse processo todo é a oportunidade, individual e coletiva, de revisitarmos nossa postura diante do consumo, reforçando a busca por um modo de viver mais leve e sustentável, com mais qualidade de vida e menos impacto no planeta.
Não é exagero dizer que, para boa parte da população, o home office era algo inalcançável há até pouco tempo. Tampouco de que a realidade imposta pela covid-19 rapidamente eliminou essa percepção.
No meu artigo anterior escrevi que estamos vivendo uma transição de eras, com transformações em todas as esferas da sociedade. Gostaria de continuar essa reflexão, mas agora a partir de uma perspectiva existencial.
A produção homenageia os que já partiram e especialmente àqueles que não puderam se despedir dos entes queridos nos últimos meses por conta das restrições impostas pela pandemia
Mel Gibson é o... Papai Noel. Mas, aqui, é um Noel rabugento e infeliz. Para melhorar tudo está sendo perseguido por um assassino. E é mais ou menos esse o enredo de Fatman.
Estamos vivenciando a substituição de um modelo, em que funcionários estavam dentro das organizações, por um novo sistema que privilegia a formação de ecossistemas de talentos