JC Rodrigues

Entusiasta e Pesquisador sobre modulação da percepção de realidade; seja de forma retórica (storytelling), tecnológica (tecnologias digitais/virtuais de imersão)ou neurofisiológica (psicologia social, farmacologia comportamental e neurociência cognitiva)
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Inteligência artificial e humano frente a frente Inteligência artificial e humano frente a frente

Seres artificiais: a humanização das máquinas e a evolução da construção deste imaginário no cinema

A evolução da representação de seres artificiais no cinema reflete não apenas o avanço tecnológico, mas também as transformações culturais e sociais ao longo do tempo nesta relação ser humano-máquina, desde o fascínio e o medo em relação à automação até a complexidade das relações emocionais entre humanos e inteligências artificiais.
Livro "Happycracia", de Eva Illouz e Edgar Cabanas Livro "Happycracia", de Eva Illouz e Edgar Cabanas

Os “felizcondríacos”, a felicidade como produto (e porque odeio coaches)

"A felicidade já não é a consequência do consumo de um produto, ela é o próprio produto; a felicidade deixa de ser uma emoção para ser um modelo de subjetividade especifico e normativo alimentando(-se de) uma indústria construída para vender um ideal utópico e infindável." Reflexões sobre o livro Happycracia, de Eva Illouz e Edgar Cabanas.

Aspectos sociais em websites de e-commerce

Já que não há uma percepção síncrona de interação em um espaço-tempo próprio no ambiente virtual, as avaliações, fotos enviadas pelos usuários, indicações do que também compraram, entre outras funcionalidades, conferem a estes espaços um senso de copresença e comunidade.
Projeções realistas em distopias futuristas Projeções realistas em distopias futuristas

Projeções realistas em distopias futuristas

O utópico felizes para sempre dos contos de fadas e filmes da Disney pode dar a um público o sonho de um futuro reluzente e feliz; mas, convenhamos, as distopias futuristas tem um poder muito maior de mexer com nossa imaginação e nos projetarem em um estado de caos e destruição ou, ao menos, a um ‘novo normal’ que nos faz questionar que rumo a sociedade tomou para chegar a tal ponto.
Trabalhando o Marketing Sensorial em ambientes digitais Trabalhando o Marketing Sensorial em ambientes digitais

Trabalhando o Marketing Sensorial em ambientes digitais

Os sentidos humanos são a porta de entrada para nossa compreensão de mundo e relação com outras entidades, sejam seres vivos, objetos ou ambientes. Mas, como usar técnicas de marketing sensorial em um ambiente online, já que não há tecnologia amplamente disponível que permita aos consumidores (usuários?) tocarem, sentirem o odor ou provar um sabor, por meio das interfaces digitais?