Entusiasta e Pesquisador sobre modulação da percepção de realidade; seja de forma retórica (storytelling), tecnológica (tecnologias digitais/virtuais de imersão)ou neurofisiológica (psicologia social, farmacologia comportamental e neurociência cognitiva)
A evolução da representação de seres artificiais no cinema reflete não apenas o avanço tecnológico, mas também as transformações culturais e sociais ao longo do tempo nesta relação ser humano-máquina, desde o fascínio e o medo em relação à automação até a complexidade das relações emocionais entre humanos e inteligências artificiais.
"A felicidade já não é a consequência do consumo de um produto, ela é o próprio produto; a felicidade deixa de ser uma emoção para ser um modelo de subjetividade especifico e normativo alimentando(-se de) uma indústria construída para vender um ideal utópico e infindável."
Reflexões sobre o livro Happycracia, de Eva Illouz e Edgar Cabanas.
Já que não há uma percepção síncrona de interação em um espaço-tempo próprio no ambiente virtual, as avaliações, fotos enviadas pelos usuários, indicações do que também compraram, entre outras funcionalidades, conferem a estes espaços um senso de copresença e comunidade.
A literatura acadêmica sobre gerenciamento de crises traz um conjunto de técnicas de análise (rápida) sobre o tamanho da m**** para adotar alguns caminhos possíveis em seu contorno. E, ora ora, pedir desculpas nem sempre é o caminho mais apropriado.
O utópico felizes para sempre dos contos de fadas e filmes da Disney pode dar a um público o sonho de um futuro reluzente e feliz; mas, convenhamos, as distopias futuristas tem um poder muito maior de mexer com nossa imaginação e nos projetarem em um estado de caos e destruição ou, ao menos, a um ‘novo normal’ que nos faz questionar que rumo a sociedade tomou para chegar a tal ponto.
Entre 35 e 40 milhões de pessoas têm a necessidade de utilizar próteses em seu dia-a-dia. Mais que questões estéticas ou funcionais, as próteses de membros externos podem dar um novo significado à autoconsciência quando passarem a se comportar como membros "reais".
Os sentidos humanos são a porta de entrada para nossa compreensão de mundo e relação com outras entidades, sejam seres vivos, objetos ou ambientes. Mas, como usar técnicas de marketing sensorial em um ambiente online, já que não há tecnologia amplamente disponível que permita aos consumidores (usuários?) tocarem, sentirem o odor ou provar um sabor, por meio das interfaces digitais?